segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Marca VR completa 100 anos e recebe homenagem em Araçatuba - SP

- Atualizado aos 06 de julho de 2014 -

Torres Homem Rodrigues da Cunha comandava a VR, uma das marcas mais tradicionais da pecuária zebuína.

Falecido com 94 anos aos 11 de janeiro de 2010, em Araçatuba, SP, o pecuarista Torres Homem Rodrigues da Cunha e família foi um dos responsáveis pela consolidação no Brasil da raça Nelore. Mineiro de Uberlândia, Torres Homem deixou seis filhos: José Carlos (casado com Júnia Naves Rodrigues da Cunha, trineta de Maria Rosa Naves cc/ Antônio Pedro Naves), Maria Helena (casada com o presidente da ABCZ José Olavo Borges Mendes), Torres Lincoln, Joaquim Vicente, Lílian e Vicente; além de 21 netos e 27 bisnetos. 
Torres Homem comandava uma das marcas mais tradicionais da pecuária zebuína no Brasil, a VR, criada em 1914 pelo pai, Vicente Rodrigues da Cunha. Na década de 60, Torres Homem foi responsável pela importação de grandes reprodutores da raça Nelore da Índia, como Karvadi, cuja genética contribuiu para melhorar a qualidade do rebanho brasileiro. O velório do pecuarista se deu no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos, em Uberaba, MG. Seu corpo está enterrado no Cemitério São João Batista.

Relações familiares -
 - Torres Homem Rodrigues da Cunha, pelo lado paterno é primo em 5º (ou 6º grau) de Maria Cândida da Cunha (bisneta de José Rodrigues da Cunha cc. Sizilis) cc. José Pereira Naves (filho do coronel Venâncio José Naves cc. Maria Cândida; e, neto do patriarca João Naves Damasceno cc. Anna Vitoria de São Thomé);

- Torres Homem Rodrigues da Cunha, pai de José Carlos Prata Cunha cc/ Júnia (esta, pelo lado paterno é tetraneta do capitão Manoel Rodrigues da Cunha Mattos - o Pólvora [n. 1780] cc/ Hippolita Maria de Jesus;    estes, bisavós de Maria Cândida da Cunha [f. 1879] cc/ José Pereira Naves [n. 1854], filho do coronel Venâncio José Naves casado em 2ªas núpcias com Geralda Cândida de Oliveira Naves. Pelo lado materno, Júnia Naves Prata Cunha é bisneta do major Antônio Pedro Naves - o Tonico Naves casado com sua prima Maria Rosa Naves - a tia Maricota; e, duas vezes pentaneta do patriarca João Naves Damasceno cc. Anna Vitoria de São Thomé).



sábado, 05 de julho de 2014

Marca VR completa 100 anos e recebe homenagem

A família Prata Cunha recebeu homenagem do Siran (Sindicato Rural da Alta Noroeste), durante abertura oficial da 55ª Exposição Agropecuária de Araçatuba, na manhã de ontem, por conta da introdução da raça nelore no País, que completam 100 anos em 2014.

José Carlos Prata Cunha e os filhos Fernanda e José Carlos Prata Cunha Júnior receberam uma placa de homenagem e ajudaram a descerrar a figura da raça, na Casa do Nelore, dentro do recinto. “São 100 anos de muito trabalho”, frisou Prata Cunha, filho do pecuarista Torres Homem Rodrigues da Cunha, responsável pelo trabalho de genética da marca VR.


 A publicitária Fernanda agradeceu a homenagem, dizendo que é uma forma de Araçatuba retribuir o trabalho de seu avô. “Meu pai não sabia da homenagem. Foi uma surpresa. E foi muito legal porque a família é de Uberaba (MG) e adotou Araçatuba para o desenvolvimento da raça nelore”, comentou.

A criação de gado nelore pela marca VR teve início em 1914 em Uberaba - MG, na Fazenda Macega, quando Vicente Rodrigues da Cunha comprou 14 novilhas e um touro. Na década de 30, Rodrigues adquiriu 600 matrizes nelore para a Fazenda Pontal, de Corumbaíba (GO).

Desde a primeira Exposição Agropecuária do triângulo Mineiro, em 1935, viu o reconhecimento aos animais da sua marca. Faleceu em 1942, e, em 1949, Olinda Arantes Cunha e os filhos se mudaram para Araçatuba. Na década de 50 o nome VR já se firmava no mercado
Na década seguinte ocorreu o grande salto na genética da marca VR e consequentemente de todo o país. Coube ao filho Torres Homem Rodrigues da Cunha definir esse rumo.
Foram enviados para Índia o veterinário José Deusth e José da Silva, conhecido como "seu Dico". profundo conhecedor de nolore. Desembarcaram no país os grandes genearcas da raça, como Karvadi, tetracampeão da Índia e supercampeão da Asia; Glias, o campeão de peso da Ìndia, além de Rastã, Bima, Bramine e matrizes, como Ashoka, Andra, Chintaladevi, Chilara, Hiderabad, Mahannandi, Mara e Marna entre outros. E, na primeira geração em solo nacional nasceram Chummak, Evaru, Isharã, Faulad, Eeral e tantos outros que mudaram a história do nelore do Brasil.

Torres Homem inaugurou em 1968 o primeiro laboratório nacional de coleta de sêmen, a Central VR, localizada na Chácara Zebulândia, em Araçatuba. Ao todo acumula 59 grandes campeonatos nacionais, um recorde insuperável. Dando continuidade ao trabalho do pai, José Carlos Prata Cunha já é hexacampeão como Melhor Expositor Nacional no ranking da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB).


Em 2004, juntamente com os parceiros do grupo NJOP, José Carlos Prata Cunha deu origem a um novo ciclo de importações da Índia. Seguindo todas as exigências sanitárias do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento foi montado na Índia um laboratório de coleta de embriões, que são congelados e enviados ao Brasil para serem transferidos em quarentenas.

Fonte:

Blog Família Naves:
http://familiaresnaves.blogspot.com.br/2008/11/cap-vi-1-seo-3-maria-rosa-naves.html

Jornal O Liberal:

Jornal Folha da Região:





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Abilon Naves
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