sexta-feira, 19 de junho de 2009

Stefano Naves Boglione passa em concurso público do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Brasil.

13 nov. 2013
Belo Horizonte/MG



"Parabéns por mais esta vitória, primo Stefano."

"Parabéns ao seu núcleo familiar e a todos que de alguma forma contribuíram para esta vitória."

Blog Família Naves




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19.06.2009.
Belo Hoirizonte, Minas Gerais , Brasil


Por Maria Eunice Naves, sua mãe.

Meus caros primos, familiares e amigos.

Todos nós precisamos de tempo para aprender. Por isso mesmo é condição primeira acreditar na própria capacidade, estimular seu próprio talento, na sua criatividade ; empreender, descobrir oportunidades, fazer a sua própria hora, ainda mais neste tempo em que a tecnologia avança rápido, permitindo novos negócios e novas perspectivas para o profissional do Direito.

Houve quem dissesse - e com razão : ..."a sorte é parceira da competência e somente no dicionário o sucesso aparece antes do trabalho...". Não há que ter medo de ousar, de experimentar, de criar…nem mesmo de errar, porque os erros também ensinam. Há que se ter um tempo para pensar, para planejar . Como disse Charles Chaplin: “Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos … inclusive o da felicidade”.

O caráter é um dos principais predicados para quem se propõe e se dispõe a exercer a advocacia. Propor-se a uma profissão é fácil. Dispor-se a ser advogado é outra história.

A profissão exige sacrifícios de toda a ordem. Sacrifícios pessoais e financeiros. Os sacrifícios pessoais muitas vezes levam o advogado a se questionar por não ter escolhido outra atividade,e/ou profissão , na qual não há trabalho aos domingos, feriados, dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, etc... e onde a jornada de trabalho seja exatamente aquela pré-determinada. Os sacrifícios financeiros também existem. E de igual forma nos levam à reflexão do por que insistimos em permanecer.

Esta a grande "diferença" deste profissional, para qualquer outro. Definitivamente, não se trata de uma carreira escolhida sob o aspecto financeiro, mas, pelo aspecto da paixão , da identidade pessoal, como o foi para meu filho Stefano Naves Boglione , hoje pronto - de corpo e alma , para vivenciar sua missão literalmente , sob as Graças e Bênçãos de Nosso Senhor Jesus Cristo !

É, pois, com especial júbilo e orgulho que exibimos o seu Convite de Formatura, com o intúito de compartilhar com os queridos amigos a Alegria que ora reina em nossa família.
.
Nota : a O.A.B-MG acaba de publicar o resultado dos nomes dos aprovados no Exame de Ordem realizado em 2(duas) etapas - a 1a em Abril/2009 e a 2a em 30/05 p.passado.
STEFANO NAVES BOGLIONE é um dos consagrados com louvor!

Belo Horizonte, 19 de Junho de 2009.


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Comentários


Abilon Naves disse...

Antepassados de
Stefano Naves Boglione

1a Geração

1.
Stefano Naves Boglione nasceu em Belo Horizonte - MG.
Pai:
2.
Giovanni Michele Boglione nasceu em Revello-CN Itália.
Mãe:
3.
Maria Eunice Silva Naves Boglione nasceu em Boa Esperança - MG.

2a Geração (Pais)
2.
Giovanni Michele Boglione nasceu em Revello-CN Itália. Ele casou com Maria Eunice Silva Naves Boglione.
3.
Maria Eunice Silva Naves Boglione nasceu em Boa Esperança - MG.
Pai:
4.
José Lourenço Leite Naves nasceu a 8 Fev., 1910 em Boa Esperança - MG e morreu a 23 Set., 2005 em Boa Esperança - MG.
Mãe:
5.
Eunice Barteli Silva Naves nasceu a 21 Ago., 1916 em Boa Esperança - MG e morreu a 24 Dez., 1998 em Varginha - MG.

3a Geração (Avôs)4.
José Lourenço Leite Naves nasceu a 8 Fev., 1910 em Boa Esperança - MG e morreu a 23 Set., 2005 em Boa Esperança - MG. Ele casou com Eunice Barteli Silva Naves.
Pai:
6.
Achiles Ribeiro Naves nasceu a 13 Jul., 1885 em Boa Esperança - MG e morreu a 12 Jul., 1975 em Boa Esperança - MG.
Mãe:
7.
Maria Augusta Leite Naves “Sinhá Leite” nasceu a 14 Jun., 1887 em Boa Esperança - MG e morreu a 5 Abr., 1950 em Boa Esperança - MG.
5.
Eunice Barteli Silva Naves nasceu a 21 Ago., 1916 em Boa Esperança - MG e morreu a 24 Dez., 1998 em Varginha - MG.

4a Geração (Bisavós)
6.
Achiles Ribeiro Naves nasceu a 13 Jul., 1885 em Boa Esperança - MG e morreu a 12 Jul., 1975 em Boa Esperança - MG. Ele casou com Maria Augusta Leite Naves “Sinhá Leite”.
Pai:
8.
Capitão Carlos Ribeiro Naves nasceu a 27 Set., 1849 em Boa Esperança - MG e morreu em Boa Esperança - MG.
Mãe:
9.
Amélia Cândida de Lara Naves nasceu em Boa Esperança - MG e morreu em Boa Esperança - MG.
7.
Maria Augusta Leite Naves “Sinhá Leite” nasceu a 14 Jun., 1887 em Boa Esperança - MG e morreu a 5 Abr., 1950 em Boa Esperança - MG.

5a Geração (Trisavós)8.
Capitão Carlos Ribeiro Naves nasceu a 27 Set., 1849 em Boa Esperança - MG e morreu em Boa Esperança - MG. Ele casou com Amélia Cândida de Lara Naves.
Pai:
10.
Silvestre José Naves ou "Silvério Naves" nasceu em 1822 e morreu on an unknown date.
Mãe:
11.
Umbelina Rosa Naves, "Umbelina Cândida Naves", "Umbelina de Paula Naves" nasceu em 1832 em Bom Sucesso - MG e morreu a 14 Abr., 1892.
9.
Amélia Cândida de Lara Naves nasceu em Boa Esperança - MG e morreu em Boa Esperança - MG.
Pai:

12.
Coronel
Antônio Cândido Rodrigues Neves .
Mãe:
13.
Dulcinéia Bernardes de Lara.

6a Geração (Tetra(2)-avôs)
10.
Silvestre José Naves ou "Silvério Naves" nasceu em 1822 e morreu on an unknown date. Ele casou com Umbelina Rosa Naves, "Umbelina Cândida Naves", "Umbelina de Paula Naves" a 18 Jun., 1847.
Pai:
14.
Miguel Joze Naves 3_ nasceu Por volta de 1794 em Lavras - MG e morreu Posterior a 1864.
Mãe:
15.
Maria Joaquina do Carmo nasceu em 1800 em Macaia - MG e morreu a 22 Abr., 1832 em Macaia - MG.
11.
Umbelina Rosa Naves, "Umbelina Cândida Naves", "Umbelina de Paula Naves" nasceu em 1832 em Bom Sucesso - MG e morreu a 14 Abr., 1892.
Pai:
16.
Manoel Antônio Naves 8_ nasceu Por volta de 1804 em Bom Sucesso - MG e morreu on an unknown date.
Mãe:
17.
Anna Rosa Sampaio da Silva nasceu em 1806 em Bom Sucesso - MG e morreu on an unknown date.

12.
Coronel
Antônio Cândido Rodrigues Neves . Ele casou com Dulcinéia Bernardes de Lara.
13.
Dulcinéia Bernardes de Lara.
7a Geração (Tetra(3)-avôs)14.
Miguel Joze Naves 3_ nasceu Por volta de 1794 em Lavras - MG e morreu Posterior a 1864. Ele casou com Maria Joaquina do Carmo na 1a vez em 1820.
Pai:
18.
João Naves Damasceno "Patriarca" morreu a 30 Maio, 1831 em Lavras - MG.
Mãe:
19.
Anna Vittoria de São Thomé nasceu Por volta de 1761 em Prados - MG e morreu a 19 Maio, 1841 em Bom Sucesso - MG.
15.
Maria Joaquina do Carmo nasceu em 1800 em Macaia - MG e morreu a 22 Abr., 1832 em Macaia - MG.
Pai:

20.
Tenente Coronel
Joaquim José Freire morreu em 1809.
Mãe:
21.
Silvéria Maria de Jesus morreu em Jan. 1819.

16.
Manoel Antônio Naves 8_ nasceu Por volta de 1804 em Bom Sucesso - MG e morreu on an unknown date. Ele casou com Anna Rosa Sampaio da Silva.
Pai:
22.
João Naves Damasceno "Patriarca" morreu a 30 Maio, 1831 em Lavras - MG.
Mãe:
23.
Anna Vittoria de São Thomé nasceu Por volta de 1761 em Prados - MG e morreu a 19 Maio, 1841 em Bom Sucesso - MG.
17.
Anna Rosa Sampaio da Silva nasceu em 1806 em Bom Sucesso - MG e morreu on an unknown date.

8a Geração (Tetra(4)-avôs)18.
João Naves Damasceno "Patriarca" morreu a 30 Maio, 1831 em Lavras - MG. Ele casou com Anna Vittoria de São Thomé a 24 Jan., 1786.

Outros eventos na vida de João Naves Damasceno "Patriarca"
Funeral: Bom Sucesso - MG
19.
Anna Vittoria de São Thomé nasceu Por volta de 1761 em Prados - MG e morreu a 19 Maio, 1841 em Bom Sucesso - MG.

20.Tenente Coronel Joaquim José Freire morreu em 1809. Ele casou com Silvéria Maria de Jesus.
21.
Silvéria Maria de Jesus morreu em Jan. 1819.
Pai:
24.
Capitão
Silvestre da Silva Araújo .
Mãe:
25.
Ana Pedrosa da Silveira.
22.
João Naves Damasceno "Patriarca" morreu a 30 Maio, 1831 em Lavras - MG. Ele casou com Anna Vittoria de São Thomé a 24 Jan., 1786.
Outros eventos na vida de João Naves Damasceno "Patriarca"

Funeral: Bom Sucesso - MG
23.
Anna Vittoria de São Thomé nasceu Por volta de 1761 em Prados - MG e morreu a 19 Maio, 1841 em Bom Sucesso - MG.

9a Geração (Tetra(5)-avôs)24.Capitão Silvestre da Silva Araújo . Ele casou com Ana Pedrosa da Silveira, filha de Gaspar Vaz da Silveira e Maria Pedrosa.
25.
Ana Pedrosa da Silveira.
Pai:
26.
Gaspar Vaz da Silveira morreu Calculada: 1737.
Mãe:
27.
Maria Pedrosa morreu em 1733.
10a Geração (Tetra(6)-avôs)
26.
Gaspar Vaz da Silveira morreu Calculada: 1737. Ele casou com Maria Pedrosa.
27.
Maria Pedrosa morreu em 1733.



sábado, 13 de junho de 2009

Comunicado de falecimento de Zaqueu Naves de Figueiredo




FALECEU EM BOA ESPERANÇA-MG, no dia 10 de maio p.passado, Zaqueu Naves de Figueiredo, filho de Antônio Naves de Figueiredo, já falecido, e de Cornélia Alves de Figueiredo (‘Dona Lilita’), irmão de Matheus, Vera, Eva, Tadeu, Israel e Aparecida Naves de Figueiredo.Seu pai, Antônio Naves de Figueiredo era filho de Francisca Naves Figueiredo e Joaquim Vilela de Figueiredo(‘Datin’), ela fl.de Umbelina Naves (‘Sá Lica’) e Antônio Rodrigues de Figueiredo, e esta, filha de Ladislau José Naves e Francisca Rezende Naves.


ZAQUEU, “ SHALOM” GRANDE PRIMO E AMIGO!

Por Maria Eunice S. Naves/B.Hte. 30.05.2009


“...SHALOM é a paz dos Corações Sábios que vêem tudo com o seu real tamanho: vêem pequeno o que é pequeno, e vêem grande o que é grande! Por isso, não se assustam com facilidade, e têm um jeito especial para se maravilharem...”!


Caros primos, rogamos-lhes um minuto de silêncio em homenagem ao primo Zaqueu, pois que sua história de vida se mistura à nossa própria história e à de Boa Esperança, e a sua existência um eterno exemplo de bravura, de conquistador heróico, tal e qual a dos grandes ícones da humanidade, que habitaram nossos pensamentos de jovens estudantes do "Ensino Fundamental de hoje, uma das raras atividades impeditivas para ele, em razão de uma deficiência, nosso primo não podia ouvir e nem falar; em contraponto Deus lhe dera uma divinizada capacidade de adequação ao impossível!...


Zaqueu!... Herói pela brandura d'alma, da pureza de espírito, da humildade, do prazer real pela vida, do respeito ao próximo, da verdadeira “elegância" de "ser" humano reinou soberano, e no próprio seio do lar "doutorou-se" e foi clamado a inumeráveis glórias!


Detentor de insofismável carisma, coragem e inata ousadia, aperfeiçoou-se aos poucos no seu jeito de se fazer entender e de transmitir as suas idéias, que lhe propiciaram o modo peculiar de se comunicar com o mundo.Confesso que nossa família, sempre o teve - e terá, bem como aos seus abnegados pais, "Seu" Antônio Naves de Figueiredo-*in memoram, e s/ esposa "D.Lilita", seus irmãos - excepcionais companheiros de jornada, seres humanos superdotados em compreensão, em generosidade, notáveis quanto à grandeza interior e de incomum amor praticado em família, que extrapolava as próprias fronteiras de seu lar.Dentro deste clima de Paz e Serenidade, Zaqueu chegou a este mundo surdo e mudo, de igual forma mais tarde chegaria irmão mais jovem, Israel; a ciência nos conduz a uma explicação adequada para a anomalia repetida em dois filhos do casal, Zaqueu e Israel, mas, na expressão mais pura de meus sentimentos, pouco importava a mim e aos outros vizinhos qualquer justificativa, por mais plausível que fosse, porque para, nós, e para toda a gente de nossa terra natal, simplesmente aquela deficiência nunca existira; Zaqueu nos bastava como viera, ele e Israel.


Recordo-me bem da admiração que meus pais nutriam por "Seu” Antônio e "D.Lilita". Contava-me minha mãe do profundo e merecido respeito dedicado à "mãe de leite" de todos os seus filhos - inclusive a mim -, além dos seus rebentos verdadeiros, é claro!... Com o leite que lhe brotava em abundância na maternidade, e assim, como no exercício de sua generosidade costumeira, beneficiou a muitos recém-nascidos, cujas mães encontravam-se impossibilitadas por um motivo ou outro.Da minha família o privilegiado a se amamentar ao mesmo tempo de Zaqueu foi Carlos Augusto, e do mesmo modo tantos outros nas imediações da esquina das Ruas Pres.Vargas (a principal), onde ficava a entrada da residência dos "Naves Vilela de Figueiredo", com a Dr. Sá Brito, defronte à deles, o sobrado de meus pais, José Lourenço e "D.Nicinha".Do testemunho gravado no coração da inesquecível convivência de infância, de adolescência e uma parte da vida adulta, ressalta-me hoje o caráter disciplinador daquele garoto, que assomado ao ambiente de Paz a lhe cercar durante toda a vida, conseguiu suprir sua carência, passo a passo com sua discipulada sagacidade, a que ele mesmo se impunha, além do "largo sorriso" de todo aquele que é feliz literalmente!..


Esteja entre os seus iguais, caro primo, na Paz de Deus e dos Anjos!...


Zaqueu hoje habita em nova morada, e sua Luminosidade em nosso coração...


Nosso apôio e solidariedade aos seus familiares.Que Deus lhes propicie o conforto neste momento de pesar.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Tìtulo de cidadania goiana concedido pela Assembléia Legislativa a docentes da Universidade Católica de Goiás - UCG


A homenagem as Naves na Assembléia

A concessão do título honorífico de cidadã goiana às professoras Heloisa Aparecida Machado Naves e Laís Aparecida Machado, ambas da Universidade Católica de Goiás, e à pioneira Maria Duarte Naves, na noite de segunda-feira, dia 8, na Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, constituiu-se num momento de exaltação ao papel da mulher da sociedade. A autora da propositura, deputada deputada Mara Naves (foto), líder do PMDB, em seu discurso, lembrou que, “discriminada ao longo dos tempos, a mulher soube superar as barreiras e preconceitos, conquistou seu espaço e se impôs, por sua delicadeza, mas firme sempre que necessário, e sua sensibilidade diante dos problemas”. “É essa nova mulher, espelho de sua geração, que, com muita honra, a Assembléia Legislativa do Estado de Goiás homenageia nesta noite de gala”, afirmou.

A sessão, muito prestigiada, foi realizada no Plenário “Getulino Teixeira Artiaga” e presidida pelo deputado Honor Cruvinel, do PSDB. Na mesa diretora, o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz; a homenageada Heloisa Aparecida Machado Naves; o reitor da Universidade Católica de Goiás, professor Wolmir Amado; o vereador João Batista da Silva (‘Gari Negro Jobs’), do PSL, representando a Câmara Municipal de Goiânia; a diretora de Relações Públicas da Prefeitura de Goiânia, Laydes Seabra Guimarães e Souza, representando o prefeito Iris Rezende Machado; e Júnior Vieira, diretor administrativo da Assembléia Legislativa do Estado, representando o senador Marconi Perilo. No plenário, estiveram presentes diversos convidados, familiares, amigos e interessados.

Há 40 anos em Goiás, as mineiras, vieram para Goiânia no final da década de 1960 para estudar e trabalhar, ingressando no magistério e construindo em Goiás uma brilhante e exemplar carreira profissional. Laís faleceu no dia 15 de novembro de 2008, em conseqüência de acidente de carro próximo a Araguari, MG, e recebeu o título “in memorian”.


Todas de 2008, as leis concedendo o título honorífico de cidadania goiana foram assinadas pelo governador Alcides Rodrigues Filho e publicadas no “Diário Oficial do Estado”: a de nº 16.260, de 27de março, concedendo o título a Laís Aparecida Machado; a de nº 16.340, de 26 de agosto, a Heloísa Machado Naves; e a de nº 16.414, de 28 de novembro, a Maria Duarte Naves.
  • HELOÍSA NAVES

Heloisa Machado Naves é mineira de Ituiutaba, estudou o primário em Iturama, MG, o ginásio e o ensino médio em Bebedouro, SP. Dedica-se, desde que chegou a Goiânia, ao magistério, começando a lecionar no Externato São José, em 1970. Fez o Curso de Biologia (História Natural) na Universidade Católica de Goiás, que concluiu em 1974. No ano seguinte foi aprovada em concurso para lecionar na UCG, tornando-se uma das pioneiras na introdução das disciplinas ‘Metodologia do Trabalho Científico’ e ‘Lógica’. Em 1978 foi aprovada também em concurso para lecionar na Universidade Federal de Goiás, em seu Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública. Mesmo antes de concluir o Mestrado em Medicina Tropical, área de concentração em Parasitologia, pela UFG, já lecionava nos cursos de pós-graduação da área médica dessa instituição de ensino superior federal.

Para seu Mestrado realizou uma pesquisa de grande interesse social e repercussão, conquistando, com esse trabalho, a nota 10 com louvor por unanimidade dos três membros da Banca Examinadora. Sua dissertação foi considerada uma tese de doutorado, tal o nível das pesquisas, que se concentraram em grupos de insetos que necessitam ser estudados continuadamente, em função de sua importância para a sobrevivência humana e animal. Citou os ‘Culicidae’, pois nessa família acham-se os transmissores de malária humana, febre amarela e outras arboviroses.

Em sua dissertação de Mestrado ela já denunciava que, na época, o combate à malária, apesar de esforços de pesquisadores, contava apenas com medidas profiláticas quanto aos reservatórios, transmissores e agentes sensíveis, não recebendo ainda cobertura vacinal. Mostrou que, em vários Estados brasileiros, a doença já ocorria em zonas urbanas, inclusive de capitais. Nesses estudos científicos, na década de 1990, indicou que a febre amarela urbana, cujos transmissores são ‘Aedes (Stegomyia) albopictus’ e ‘Aedes (Stegomyia) aegypti’, estava sob cobertura vacinal. E denunciou que isso não ocorria com a dengue, atualmente fugindo ao controle das autoridades sanitárias, principalmente porque seu transmissor altera seu comportamento, adaptando-se aos mais diversificados ‘habitats’. Em sua trajetória de pesquisa acadêmica, ela tem mais de 100 trabalhos publicados em revistas e em anais de congressos científicos.

Aposentada na UFG, voltou a lecionar na UCG e, mesmo não tendo titulação em ‘Lógica’, foi aprovada no concurso aberto na instituição para a disciplina. Casada com o jornalista 4.11.1.9.9. Jales Rodrigues Naves , tem três filhos: Rossana, Mariana e Jales Júnior.
  • LAÍS MACHADO


Uma das principais estudiosas da história goiana, Laís Machado deixou uma contribuição fundamental para que os goianos passassem a conhecer a sua história, então pouco divulgada. Foi uma das responsáveis pela introdução da disciplina ‘História de Goiás’, da quinta à oitava séries do primeiro Grau, nas escolas públicas goianas. Publicou vários livros, dentre os quais o mais recente, em co-autoria, “Formas e tempos da cidade”, com uma abordagem multidisciplinar sobre a cidade de Goiânia.

Mineira de São Francisco de Sales, Laís estudou o primário e o ginasial em Campina Verde, MG, fez o normal em Bebedouro, e residiu em Iturama, onde lecionou em duas escolas públicas. Veio para Goiânia em 1968. Fez o Curso de História na Universidade Federal de Goiás, para o qual passou em primeiro lugar no vestibular e que concluiu em 1971. Logo que começou o curso lecionou em escolas de nível secundário da cidade.

Em 1972 foi selecionada para o primeiro Mestrado em História da UFG, em convênio com a Universidade de São Paulo; seus estudos, que resgataram importante período da história goiana, se concentraram na análise do período regencial em Goiás. Pesquisou, para elaborar a sua dissertação, em documentos do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, e na antiga Capital, Vila Boa.
Trabalhou na Secretaria da Educação do Estado e em dois colégios importantes. Passou a dar aulas na Universidade Católica de Goiás em 1975, onde dirigiu, em dois mandatos, o Departamento de História, Geografia, Ciências Sociais e Relações Internacionais, uma dos maiores e mais tradicionais unidades acadêmicas da instituição – na primeira gestão desmembrou os Cursos de História e de Geografia e criou o Centro de Pesquisa Histórica, que coordenou e onde também escreveu peças teatrais; e, na segunda, criou o Curso de Relações Internacionais. Sua última contribuição na UCG, instituição a que tanto se dedicou, foi como pesquisadora no Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), das áreas de História e de Patrimônio Cultural, e coordenando o Projeto Didático-Pedagógico “Cuidado do Patrimônio Cultural”.


  • MARIA DUARTE NAVES


Maria Duarte Naves, mineira de Araguari, nasceu em 1910 e viveu 85 anos de sua vida em Goiás. Casou-se com 4.11.1.2. Raul Naves. Pioneira, chegou a Goiânia no momento em que Campinas começava a dar lugar ao canteiro de obras da nova Capital, quando o casal implantou o Pálace Hotel – hoje tombado pelo Patrimônio Histórico –, que abrigou os primeiros visitantes ilustres, políticos e empresários.

Atuante, implantou, nos anos 30 e 40, modernas – para aquela época – máquinas de processamento de leite. O marido foi um empreendedor que acreditou na nova Capital — primeiro, no comércio de gêneros alimentícios e, depois, na implantação de fazendas, na criação de gado e na contribuição ao desenvolvimento sócio-econômico e cultural da região em que atuou. Ele implantou, nos anos 1960, uma escola rural no município de Rialma, que leva o nome de ‘Raul Naves’, para atender aos filhos dos empregados e que serviu à comunidade da região, onde tinha a fazenda ‘Barranca’.

Numa época em que Goiás começava a criar as suas faculdades, o casal fez questão que os filhos estudassem nas melhores escolas do País: Raul Naves Filó, o primogênito, fez Arquitetura na Universidade Mackenzie, nos anos 50, e Rubens Naves graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica, ambas de São Paulo. A caçula, Laudelina Lane Naves, fez dois anos no Colégio Santa Marcelina, de Belo Horizonte, MG, e graduou-se em Letras Modernas pela UFG.

Por influência de um irmão, nos anos 50 conheceu o espiritismo, então uma doutrina pouco aceita na sociedade, diante da predominância da religião católica, a partir de quando aliou a prática espírita a uma sólida ação assistencial, em Goiânia e em Rialma. Ela ficou viúva em 1985.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Maria Duarte Naves

Faleceu aos 30 de maio de 2009, em Goiânia - GO, aos 99 anos, Maria Duarte Naves.


(Flash UCG) - Mineira de Araguari, nasceu em 1910 e viveu 85 anos de sua vida em Goiás, foi pioneira da implantação da cidade de Goiânia, onde teve marcante atuação assistencial.


Casou-se com 4.11.1.2. Raul Naves . Pioneira, chegou a Goiânia no momento em que Campinas começava a dar lugar ao canteiro de obras da nova Capital, quando o casal implantou o Pálace Hotel – hoje tombado pelo Patrimônio Histórico –, que abrigou os primeiros visitantes ilustres, políticos e empresários.


Atuante, implantou, nos anos 30 e 40, modernas – para aquela época – máquinas de processamento de leite. O marido foi um empreendedor que acreditou na nova Capital — primeiro, no comércio de gêneros alimentícios e, depois, na implantação de fazendas, na criação de gado e na contribuição ao desenvolvimento sócio-econômico e cultural da região em que atuou. Ele implantou, nos anos 1960, uma escola rural no município de Rialma, que leva o nome de ‘Raul Naves’, para atender aos filhos dos empregados e que serviu à comunidade da região, onde tinha a fazenda ‘Barranca’.


O casal fez questão que os filhos estudassem nas melhores escolas do País: Raul Naves Filó, o primogênito, fez Arquitetura na Universidade Mackenzie, e Rubens Naves, sócio fundador da Rubens Naves, Santos Jr, Hesketh - Escritórios Associados de advocacia, graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica, ambas de São Paulo. A caçula, Laudelina Lane Naves, fez dois anos no Colégio Santa Marcelina, de Belo Horizonte, MG, e graduou-se em Letras Modernas pela Universidade Federal de Goiás.


Por influência de um irmão, nos anos 50 conheceu o espiritismo, então uma doutrina pouco aceita na sociedade, diante da predominância da religião católica, a partir de quando aliou a prática espírita a uma sólida ação assistencial, em Goiânia e em Rialma. Ela ficou viúva em 1985.


Em cerimônia póstuma, marcada para o dia 8 de junho de 2009, às 19h45, na Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, por reconhecimento, lhe será outorgado o título honorário de cidadania goiana.