quarta-feira, 28 de abril de 2010

Em DVD o clássico "O Caso dos Irmãos Naves".

O TEMPO
Magazine

DVD

Resgate de um clássico
Lançado em 1967, o contundente "O Caso dos Irmãos Naves" resgata erro judiciário no interior de Minas


Marcelo Miranda

Era 1967 quando "O Caso dos Irmãos Naves" estreou nos cinemas brasileiros. A ditadura estava em curso, ainda que a tortura só fosse ser institucionalizada um ano depois, com o AI-5.

Em seu filme, o cineasta paulista Luiz Sérgio Person (1936-1976) mostrava um erro judiciário ocorrido em Araguari (no norte do Triângulo Mineiro, a 586 Km de Belo Horizonte). No centro do drama real, um delegado de polícia infligia os mais dolorosos maus-tratos para arrancar dos irmãos Joaquim e Sebastião a confissão de um crime que nunca existiu. Os fatos se deram a partir de 1937, ano da imposição do Estado Novo, regime de Getúlio Vargas. Mas Person fez um dos filmes políticos mais contundentes e contemporâneos que se podia ter notícia naquele momento conturbado para o país.


- Em 1949 e com 52 anos, foi libertado, após passar 20 anos na cadeia, Sebastião José Naves, preso com o irmão, Joaquim Naves (morto após 8 anos de cadeia), acusados de terem assassinado Benedito Pereira Caetano, após uma transação comercial. Foi um dos crimes mais famosos do Brasil (1937), conhecido nacionalmente como "O Caso dos Irmãos Naves", tornando-se, tempos depois, tema do famoso filme de Luiz Sérgio Person, estrelado por Anselmo Duarte, Juca de Oliveira e Raul Cortez.

Torturados barbaramente para confessarem o crime, os irmãos Naves sempre juraram inocência, mas, após dois julgamentos em que foram considerados inocentes em Araguari (MG), o Júri, em Belo Horizonte, mesmo sem provas, os condenou a 25 anos de reclusão. O erro judiciário só veio à tona devido à volta da "suposta" vítima, que reapareceu viva e bem, deixando claro para todos o erro judicário.


 


A versão em DVD de "O Caso dos Irmãos Naves" acaba de chegar às locadoras, em boa edição da distribuidora Videofilmes. Já era hora de se resgatar este trabalho raro, ainda de uma expressividade que o distingue da produção tradicional brasileira.



Muito disso se deve à opção de Person em reconstituir quase literalmente os acontecimentos em Araguari. Numa entrevista ao jornalista Ely Azeredo em 1966, diz o diretor: "Nosso desejo era, objetivamente, dar ao espectador o resultado de uma reflexão em torno de fatos e documentos reais. (...) Queríamos um filme seco, simples e direto, sem heróis, mas, ao mesmo tempo, de ideias, de comunicação, de um calor humano (...)".



A proposta se diferenciava radicalmente do filme anterior de Person e sua estreia em longa-metragem, "São Paulo S.A" (1965) - no qual Walmor Chagas circulava pela opressão urbana em constante fragmentação de seus próprios anseios materiais e psicológicos. Se, neste, Person emulava realizadores franceses da época (em especial Alain Resnais), em "O Caso dos Irmãos Naves", o cineasta se aproximava dos italianos, especialmente de filmes políticos de Francesco Rosi e Elio Petri.



"A referência maior de Os Naves é O Bandido Giuliano, do Rosi, que Person achava um dos maiores filmes da história", destaca ao Magazine o cineasta Carlos Reichenbach, ex-aluno de Person nos anos 60. "O curioso é que, numa revisão recente, ‘Giuliano’ me pareceu muito envelhecido, datado; ‘Os Naves’, não".



Parceiro de Person na roteirização do filme, o crítico e ensaísta Jean-Claude Bernardet relembra que havia, desde o princípio do projeto, a intenção de retratar o martírio dos Naves com o maior rigor e distanciamento crítico possível - o que jamais significou indiferença. "O ponto de partida foi um recorte que o Person tinha guardado da revista ‘O Cruzeiro’, datado de 1949, narrando os acontecimentos envolvendo os Naves", conta Bernardet, por telefone, à reportagem. "Ele ficou revoltado com aquilo, e foi essa revolta que o levou a fazer o filme".



O roteirista confirma haver também a intenção de se referir às agruras políticas brasileiras pós-1964. "Tínhamos muita consciência de estarmos falando de Araguari em 1937 e, ao mesmo tempo, do nosso presente, de uma polícia que tortura, de uma justiça oprimida".



Temendo possíveis retaliações da censura, Bernardet e Person se cercaram do máximo de fidelidade sobre o que narravam, para evitar questionamentos da veracidade dos fatos. "Fiz uma ampla pesquisa do caso e mantive um fichário com todas as referências dos documentos originais, inclusive relativos à tortura e aos diálogos. O material de base do filme era absolutamente autêntico e idêntico ao que constava nas páginas do processo", afirma Bernardet.

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Equipe passou três meses morando em Araguari (MG)


Marcelo Miranda

O rigor alcançado por Luiz Sérgio Person na estética de “O Caso dos Irmãos Naves” teve como reforço a decisão do cineasta de filmar nas mesmas locações onde os fatos se deram. Portanto, Person e equipe embarcaram para Araguari, e lá ficaram por três meses.



Juca de Oliveira, que estreou como ator de cinema no papel de Sebastião Naves, lembra-se empolgado do período no pequeno município mineiro, hoje com 115 mil habitantes. “Foi uma aventura das mais excepcionais que tive na minha carreira profissional”, exalta, em conversa com o Magazine. “Peguei meu superfusquinha e dirigi até lá. Foi a oportunidade de conhecer intimamente o Person, figura de quem tenho tremenda saudade. Era um cineasta de alto gabarito, profundamente humano, agradável e incansavelmente trabalhador”.



O elenco principal do filme – que ainda incluía Raul Cortez, Anselmo Duarte e John Herbert – ficou hospedado numa casa. Entre uma filmagem e outra, o quartero aproveitava para se deleitar na cidade. “Eu e o Anselmo arrumamos até namoradas por lá. Ele, inclusive, namorou a Miss Araguari!”, diverte-se Juca.



Na hora de ir para o set, a brincadeira parava. Nas cenas exteriores, por exemplo, o perfeccionista Person apenas saía para filmar com céu nublado. “Se tivesse sol, ele não fazia”, diz Juca, sobre o tom de penumbra que paira em toda a duração do filme – bastante auxiliada pela fotografia de Oswaldo de Oliveira.



Person também exigia o melhor de seu elenco. Além de fazer Raul Cortez e Juca de Oliveira soarem autênticos nas cenas de tortura (“tinha porrada mesmo, não havia jeito de não ter”, diz Juca), o diretor bancou a presença de Anselmo Duarte, ex-galã dos estúdios Vera Cruz que morreu em novembro passado aos 89 anos.



Em baixa por conta de uma série de fracassos na sua carreira de diretor – mesmo tendo ganhado a Palma de Ouro em Cannes com “O Pagador de Promessas” em 1962 –, Duarte teve em “O Caso dos Irmãos Naves” a sua mais elogiada atuação. Ele encarna o delegado enviado a Araguari após a decretação do Estado Novo de Getúlio Vargas. Figura sádica, vilanesca, no limite entre o intimismo e o exagero, o personagem se tornou emblemático na cinematografia brasileira. “O Anselmo até parece mais moço em cena”, crê Juca. “Ele renasceu fazendo o filme”.

Person

Luiz Sérgio Person nasceu em fevereiro de 1936 e morreu num acidente de carro, em janeiro de 1976, aos 39 anos



Na sua breve carreira, ele dirigiu comerciais, curtas-metragens e importantes longas, como “São Paulo S.A”, “O Caso dos Irmãos Naves” e “Cassy Jones, o Magnífico Sedutor”, todos os três disponíveis em DVD no Brasil



Ainda inéditos em DVD no Brasil são “Panca de Valente” e “Um Marido Barra- Limpa”



Publicado em: 19/04/2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Questionamentos: Os NAVES e as relações de parentesco e compadrio

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Nota do autor -

Estamos inaugurando uma série de tópicos dedicados aos questionamentos encaminhados pelos primos e primas, referentes a Família Naves.

O primeiro questionamento vem de do Alto Araguaia/MT e foi postado pela prima Eliene Franco Naves de Souza
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Eliene pergunta: "Gostaria de saber se na família NAVES existe algum parentesco com indios. Meus tios afirmam que temos; e, (nesse caso) gostaria  de saber a que tronco indigena pertencem."

Resposta:


Cara prima Eliene.




Preliminarmente, todos os brasileiros tem, em algum grau, relação de parentesco ou compadrio com os primeiros habitantes desta terra brasilis, ou seja, os gentios ou nativos - denominados erroneamente de "indios".


A família NAVES não fez parte das grandes correntes migratórias ocorridas ao longo da história brasileira, tal qual como houve a italiana, a espanhola, a japonesa, etc.., que aqui aportaram. Os NAVES são aqueles os quais os historiadores denominam academicamente como COLONIZADORES, pois aqui vieram junto com as caravelas das capitanias hereditárias; e, ainda, já estavam constituídos antes da chegada, no Brasil, da “família real” portuguesa (veja o texto publicado em 10/03/2009, Os toponímios“NAVES" e "DAMASCENO”, no blog “Família Naves” em http://familiaresnaves.blogspot.com/2009/03/relacao-dos-toponimios-naves-damasceno.html).


Históricamente, os colonizadores se relacionavam (e muito) com os então nativos brasileiros. O exemplo significativo, dentre vários, cito o de Simão Jorge, Pai de Domingos Jorge Velho, conhecido como grande sertanista e bandeirante que, com sua “bandeira”, foi contratado pelo Governador Geral de Pernambuco para dar “solução” a Palmares (conhecido como Quilombo dos Palmares), veja o texto “O Bandeirante Domingos Jorge Velho”, publicado em 16/02/2009, em http://familiaresnaves.blogspot.com/2009/02/o-bandeirante-domingos-jorge-velho.html


É o relato do historiador:


“Simão Jorge era português nascido no minho, sua esposa era mameluca, sexta neta do cacique Ibirapuera, bisneta do cacique Tibiriçá, tinha o sangue dos empúias ou querobís (diz o autor: é só ler os livros da biblioteca em São Paulo). Foi daqui que saiu a raça mameluca de Domingos Jorge Velho. Ele casou-se com Geronima Froes no final de sua vida. Deixou as terras dos Palmares para a sua primeira esposa.”


Nunca é demais lembrar que os casamentos (antes de 1852, data da constituição dos Cartórios de Registros de Pessoas, no Brasil) eram feitos nas Matrizes ou Paróquias locais. E, conforme registram os documentos, por ser o casamento muito dispendioso, pois o processo paroquial de casamento era muito caro, em decorrência, muitos alegavam a identidade indígena, situação em que eram isentos de pagamentos de taxas.


Por outro lado, não temos registros ou menção sobre algum ascendente (direto) NAVES casado com descendente nativo ou “índio”, no período que retroage por volta de até o ano de 1700.


Por fim, estou aguardando o levantamento dos dados de seu pessoal para fazermos seu entroncamento na arvore genealógica da Família Naves, ok?!


Grande e fraterno abraço.


Abilon Naves

sábado, 17 de abril de 2010

Ministro Nilson Naves - Aposentadoria na corte

- Atualizado aos 03 de julho de 2014 -
Nilson Naves se despede do STJ

Os ministros Nilson Naves e Fernando Gonçalves se despediram, na tarde desta segunda-feira (12/4), do Superior Tribunal de Justiça. Eles se aposentam às vésperas de completarem 70 anos, limite constitucional máximo para exercer atividades no Judiciário. Por coincidência, ambos nasceram em 28 de abril de 1940, em Minas Gerais — Nilson Naves, em Lavras, e Fernando Gonçalves, em Belo Horizonte. A dupla também se formou na mesma Universidade Federal, a da capital mineira.

Nilson Naves é membro do STJ desde sua fundação e é o último dos ministros que compuseram o antigo Tribunal Federal de Recursos, cuja estrutura deu origem ao STJ. Ele lembrou disso em seu discurso de despedida, inclusive quando a ideia foi adotada pelos constituintes de 1988. Segundo Naves, ele advogou “muito pouco” antes de ingressar no Ministério Público, para depois chegar ao TFR, em 1985.

O ministro Fernando Gonçalves ocupa o cargo desde 1996. Antes de assumir a corte superior, atuou como juiz de Direito e procurador da República em Minas Gerais, e juiz federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Professor de Direito Tributário, foi coordenador-geral da Justiça Federal de 2005 a 2007. Atualmente, acumula as funções de membro do STJ, de diretor da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e de integrante do Tribunal Superior Eleitoral.

Legado da Corte

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Cesar Asfor Rocha, criticou o limite legal dos 70 anos para a continuidade das atividades dos juízes: “É um luxo caríssimo que uma Corte como essa possa dispensar de seus quadros um julgador como Nilson Naves, um arquiteto harmonioso como Fernando Gonçalves, levada pela legislação cuja lógica não se faz perceptível com facilidade e não se faz priorizar os equilíbrios de Justiça”.

Fernando Gonçalves disse que nunca imaginou que esse dia chegaria "tão de repente". “Cometi muitos erros”, disse ele, “mas minha consciência está no alto, e chegou a hora de ser julgado pelos meus jurisdicionados". O ministro preferiu não escrever nenhum discurso para a ocasião. “Aprendi que, se as palavras são de prata, o silêncio é de ouro”, disse. Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.



Antepassados de Nilson Vital Naves, Min.

(clique na imagem para ampliar e utilize o Ctrl+ para maior ampliação)



Nascimento: 28 de abril de 1940, em Lavras - MG.

Filiação: Nicodemos Naves de Gouvea e Júlia Vital.

Cônjuge: Adélia Cecília Menezes Naves (in memoriam).

Filhos: Guilherme Menezes Naves e Pedro Henrique Menezes Naves.





NOTA DO EDITOR:
Abilon Naves


O blog Família Naves constatou que a família próxima ou ramo do Ministro Nilson Naves está entroncado lateralmente na árvore genealógica da família Naves através de sua tia paterna, Maria Naves - a Vovó Tetéia, casada com o seu primo José Mário Naves (este, filho de Thobias Francisco Naves Cc. Alfonsina Maria de Jesus; n.p. Maria Rita Naves Cc. Joaquim José Machado - ou Joaquim José de Barros; bisneto de Antônio Manoel Naves_7 Cc. Floriana Antônia de Santa Bárbara; e, trineto do patriarca João Naves Damasceno Cc. Anna Vittoria de São Thomé).


O registro do antepassado conhecido, em linha reta, mais antigo, vem a ser sua bisavó, Amélia Naves casada com Pedro Luiz de Avelar, pais de Maria Jesuína de Avelar casada com Aureliano Goulart de Gouvea, estes, então, avós do ministro Nilson Naves.

Amélia Naves, bisavó de Nilson Naves é também avó de Jorge Naves de Gouvea, o "Jorge Segredo" de Lavras/MG, nascido aos 24 de julho de 1919; ramo Aureliano Goulart de Gouvea cc/ Maria Marcelino Naves.

Amélia Naves também é trisavó de Walter Naves Junior, de Barra Mansa/RJ, casado com Marirlei de Oliveira Mendonça, pais de Marina de Oliveira Mendonça Naves; ramo Aureliano Goulart de Gouvea cc/ Maria Marcelino Naves.





- Formação Acadêmica do Min. Nilson Vital Naves

Doutorando em Direito Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais,1967 a 1968.

Bacharelado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais,1962 a 1966.

- Funções -

Ministro do Superior Tribunal de Justiça a partir da Constituição de 1988.

Membro da 3ª Seção e da Corte Especial.

Presidente da 6ª Turma. Biênio: 7/2007 - 6/2008.

Presidente da Comissão de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

Membro do Conselho de Administração.

Diretor-Geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados - Enfam.

- Principais Atividades Exercidas

Presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal, 3/4/2002 a 5/4/2004.

Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal, 3/4/2000 a 3/4/2002.

Ministro do Superior Tribunal de Justiça desde 7/4/1989 (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, art. 27, § 2º, I, e § 3º).

Diretor da Revista do Superior Tribunal de Justiça, 23/6/1993 a 23/6/1995.

Presidente da Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça, 11/11/1992 a 8/11/1994.

Presidente da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, 12/11/1990 a 12/11/1992.

Membro efetivo do Conselho da Justiça Federal, 25/5/1992 a 23/6/1993.

Membro Suplente do Conselho da Justiça Federal, 23/6/1991 a 24/5/1992.

Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, 7/11/1997 a 11/6/1998.

Membro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, 11/6/1996 a 11/6/1998.

Membro suplente do Tribunal Superior Eleitoral, 28/3/1995 a 10/6/1996.

Ministro do Tribunal Federal de Recursos, em vaga destinada a magistrados e membros do Ministério Público dos Estados e do Distrito Federal (Constituição de 1967, na redação da Emenda nº 1, art. 121), 11/4/1985 a 6/4/1989.

Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado São Paulo, 5/10/1982.

31º Promotor Público da Comarca de São Paulo (entrância especial), 18/2/1977.

3º Promotor Público da Comarca de Guarulhos (3ª entrância), 3/5/1976.

Promotor Público da Comarca de Paraguaçu Paulista (2ª entrância), 23/1/1973.

Promotor Público da Comarca de Caconde (1ª entrância), 20/5/1970.

Promotor Público Substituto do Estado de São Paulo, por concurso público de provas e títulos. Nomeação em 5/2/1969 e posse em 14/2/1969.

Assessor da Chefia do Gabinete Civil da Presidência da República, 20/8/1981 a 15/3/1985. Período em que obteve afastamento de suas funções no Ministério Público.

Assessor do Ministro Leitão de Abreu, no Supremo Tribunal Federal, 9/2/1978 a 19/8/1981. Período em que obteve afastamento de suas funções no Ministério Público.

Assessor do Ministro Bilac Pinto, no Supremo Tribunal Federal 20/11/1972 a 8/2/1978. Período em que obteve afastamento de suas funções no Ministério Público.

Advogado militante em Belo Horizonte, 1967 a 1969.

Inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil Secção de Minas Gerais, 16/10/1967.

- Seminários, Congressos e Palestras (os mais recentes até 2007)

1º Congresso Centro-Sul de Direito Eleitoral, TRE/MS, Campo Grande - MS, 3/6/1998.

Poder Judiciário: Reforma e o Superior Tribunal de Justiça, Centro de Estudos Jurídicos Juiz Ronaldo Cunha Campos, Belo Horizonte – MG, 20/9/1999.

I Congresso Brasileiro de Administração da Justiça, Centro de Estudos Judiciários, Brasília – DF, 6/12/2000.

A Eficácia da Lei da Tortura, Seminário Nacional, Centro de Estudos Judiciários, Brasília – DF, 1/12/2000.

Fórum de debate sobre modernização do Direito, Camboriú – SC, 9/11/2000.

Perspectivas das Relações do Trabalho no Brasil e no Mundo, Congresso Internacional, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília - DF, 30/8/2000.

Seminário Internacional de Direito Ambiental, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 9/5/2001.

Fórum sobre Arquivos e Documentos Eletrônicos. Centro de Estudos Judiciários. Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro – RJ, 6/6/2001.

X Encontro dos Tribunais de Alçada do Brasil, Modernização e Agilização do Judiciário – O Acesso à Justiça, Centro de Estudos e Pesquisas, São Paulo – SP, 10/8/2001.

A Declaração de Inconstitucionalidade no Superior Tribunal de Justiça, Associação Mato-Grossense de Magistrados, Cuiabá – MT, 31/8/2001.

As Minorias e o Direito, Seminário Internacional, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 12/9/2001.

Seminário sobre Mediação, Centro de Estudos Judiciários, São Paulo – SP, 17/9/2001.

Gestão de Excelência, Centro de Estudos Judiciários, Brasília – DF, 1/10/2001.

Dano Moral à Imprensa e à Justiça, Seminário, Escola Nacional de Magistratura, Brasília – DF, 8/10/2001.

Fórum de Debate - Eficácia da Jurisdição, Centro de Estudos Judiciários, Maceió – AL, 29/10/2001.

III Mostra Nacional de Trabalhos de Qualidade do Poder Judiciário. Superior Tribunal de Justiça, Brasília - DF, 7/11/2001.

Clonagem Humana: Questões Jurídicas, Seminário Internacional, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 12/11/2001.

Seminário Jurídico do Seguro, Belo Horizonte – MG, 24/11/2001.

II Semana de Estudos Judiciários sobre a reforma do Poder Judiciário, Belo Horizonte - MG 7/12/2001.

O Superior Tribunal de Justiça e a Reforma do Poder Judiciário, Congresso, Faculdade de Direito do Sul de Minas, Pouso Alegre – MG, 22/5/2002.

Terrorismo e Violência: Segurança do Estado – Direito e Liberdade Individuais, Seminário Internacional, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 27/5/2002.

VI Congresso Internacional de Direito Ambiental, São Paulo - SP, 3/6/2002.

Justiça e Cidadania, Seminário, Campos dos Goytacazes – RJ, 7/6/2002.

Congresso da Academia Internacional de Direito e Economia - O Direito Brasileiro e os Desafios da Economia Globalizada, São Paulo – SP, 24/6/2002.

XXIII Semana do Advogado, Campina Grande – PB, 7/8/2002.

XIX Seminário Roma – Brasília. Justiça, Cortes Internacionais e Globalização, Superior Tribunal de Justiça, Brasília - DF, 22/8/2002.

VI Congresso da Associação Brasileira de Direito Tributário - Reforma do Judiciário: implicações da Súmula Vinculante em termos de Direito Público, Litigiosidade dos Entes Públicos e temas afins, Belo Horizonte – MG, 23/8/2002.

Pirataria e Contrabando: uma proposta de Cidadania, Seminário, Confederação Nacional da Indústria, Brasília – DF, 27/8/2002.

VI Congresso Mundial de Bioética: Poder e Justiça, Sociedade Brasileira de Bioética, Brasília - DF, 30/10/2002.

Imprensa Investigativa: Sensacionalismo e Criminalidade, Seminário Internacional, Brasília – DF, 7/11/2002.

XVIII Conferência Nacional dos Advogados, Salvador – BA, 11/11/2002.

Execução contra a Fazenda Pública, Seminário, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 18/11/2002.

VII Cumbre Iberoamericana de Presidentes de Cortes Supremas Y Tribunales Supremos de Justicia, Cancun, México, 27/11/2002.

A Advocacia nos Tribunais Superiores, Seminário, Brasília - DF, 2/12/2002.

III Congresso de Administração da Justiça, Brasília – DF, 5/12/2002.

IV Conferência dos Presidentes dos Supremos Tribunais dos Países de Expressão Portuguesa, Cidade da Praia, Cabo Verde, 10/12/2002.

Semana Inaugural da Escola de Magistratura do Distrito Federal, Brasília – DF, 7/2/2003.

A Reforma do Judiciário, seminário promovido pela Escola da Magistratura de Brasília – DF, 7/2/2003.

A Reforma do Judiciário, Seminário, Brasília – DF, 24/2/2003.

Juizados Especiais Federais: Processo Eletrônico e Juizado Itinerante, Seminário, São Paulo – SP, 10/3/2003.

A Reforma do Poder Judiciário – Diferentes Visões, Seminário, Ribeirão Preto – SP, 15/3/2003.

Direito Autoral, Seminário, Centro de Estudos Judiciários, Rio de Janeiro – RJ, 17/3/2003.

O Superior Tribunal de Justiça e a Reforma do Poder Judiciário, programa Segundas Culturais da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro – RJ, 7/4/2003.

Acesso à Justiça, Seminário, Centro de Estudos Judiciários, Belo Horizonte – MG, 24/4/2003.

60º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil, Belo Horizonte – MG, 24/4/2003.

As Novas Tendências do Direito Penal, Seminário, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília - DF, 8/5/2003.

O Superior Tribunal de Justiça e a Reforma do Poder Judiciário, VIII Jornada Internacional de Direito, Gramado – RS, 16/5/2003.

I Congresso Brasileiro de Temas Constitucionais, Goiânia - GO, 22/5/2003.

Propostas para um Novo Brasil, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília - DF, 29/5/2003.

I Simpósio Internacional de Combate ao Crime Organizado: Defesa da Ordem Democrática Brasília – DF, 2/6/2003.

XIII Encontro do Fórum Permanente de Coordenadores de Juizados Especiais, Campo Grande – MS, 11/6/2003.

XIII Congresso Mundial de Criminologia, Rio de Janeiro - RJ. 10/8/2003.

Direito, Sociedade e Informática, Centro de Estudos Judiciários, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 12/8/2003.

Conferência Judicial sobre Liberdade de Imprensa, São Paulo - SP. 29/8/2003.

Congresso Nacional dos Procuradores da Previdência, Brasília - DF 3/9/2003.

Audiência Pública sobre a Proposta de Emenda à Constituição que introduz Modificações na Estrutura do Poder Judiciário, Senado Federal, Brasília – DF, 10/9/2003.

Congresso Nacional dos Juizados Especiais Federais, Centro de Estudos Judiciários, Brasília - DF. 20/10/2003.

V Conferência dos Presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça da Comunidade dos Países e Territórios de Língua Portuguesa. Macau, China, 27/10/2003.

III Congresso Nacional de Direito da Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul – RS, 8/11/2003.

A Reforma do Poder Judiciário, Vitória – ES, 17/11/2003.

I Encontro Nacional sobre Administração Judiciária, Brasília – DF, 21/11/2003.

Colóquio do Bicentenário do Código Civil Francês, Paris, Cour de Cassation, França, 11/3/2004.

64º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil, Palmas – TO, 18.3.2004.

Seminário sobre a Reforma do Judiciário, Belo Horizonte – MG, 21.6.2004.

Seminário Olhares sobre 1985 – Vinte Anos de Redemocratização do Brasil: Uma Conversa entre Estadistas, Higienópolis – SP, 9.5.2005.

Seminário Liberdade de Imprensa e Direito a Privacidade, Atibaia – SP, setembro de 2005.

VI Conferência dos Presidentes dos Superiores Tribunais de Justiça dos Países e Territórios de Língua Portuguesa, Brasília – DF, 26.10.2005.

II Ciclo de Palestras – A Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça no Âmbito do Direito Público e do Direito Privado, Rio de Janeiro – RJ, 11.11.2005.

Congresso Nacional dos Procuradores Federais e do VII Curso Especial de Advocacia do Estado, Belo Horizonte – MG, 15.11.2005.

- Abertura de Seminários e Eventos (os mais recentes)

O Superior Tribunal de Justiça e a Reforma do Poder Judiciário, I Congresso Brasileiro de Temas Constitucionais. Goiânia – GO, 22/05/2003.

Instalação da 1ª Vara Especializada em Lavagem de Dinheiro, Porto Alegre – RS, 9/6/2003.

Lançamento da coleção História do Direito Brasileiro, Brasília – DF, 10/6/2003.

Instalação da Vara Especializada em Lavagem de Dinheiro, Curitiba – PR, 12/6/2003.

XIII Congresso Mundial de Criminologia, Rio de Janeiro - RJ, 10/8/2003.

XX Seminário Roma-Brasília, Brasília - DF, 28/8/2003.

Seminário Nacional sobre Tráfico e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Brasília – DF, 17/9/2003.

62º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil, Porto Alegre – RS, 9/10/2003.

II Jornada de Direito Civil, Centro de Estudos Judiciários, Brasília – DF, 20/11/2003.

20º Encontro Nacional dos Juízes Federais, Florianópolis – SC, 26/11/2003.

V Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Brasília – DF, 1/12/2003.

Encontro para Apresentação e Debate das Propostas da Comissão de Efetividade do Poder Judiciário, Escola de Magistratura de Brasília, Brasília – DF, 11/12/2003.

IV Reunião Preparatória da VIII Cumbre Iberoamericana de Presidentes de Cortes Supremas Y Tribunales Supremos de Justicia e do IV Encuentro Iberoamericano de Consejos de la Judicatura, Brasília – DF, 2/2/2004.

Solenidade de inauguração do anexo administrativo do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e das novas instalações do Fórum Criminal da Capital, São Paulo – SP, 9.2.2004.

Instalação da Central de Informações da Justiça Federal sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro, Conselho da Justiça Federal, Brasília – DF, 31.3.2004.

Abertura do VI Fórum dos Presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça dos Países e Territórios de Língua Portuguesa, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 25.10.2005.

Inauguração da Vara Federal de Lavras, Minas Gerais, 21.11.2005.

Solenidade de inauguração do anexo administrativo do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e das novas instalações do Fórum Criminal da Capital, São Paulo – SP, 9.2.2004.

Instalação da Central de Informações da Justiça Federal sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro, Conselho da Justiça Federal, Brasília – DF, 31.3.2004.

Abertura do VI Fórum dos Presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça dos Países e Territórios de Língua Portuguesa, Superior Tribunal de Justiça, Brasília – DF, 25.10.2005.

Inauguração da Vara Federal de Lavras, Minas Gerais, 21.11.2005.

- Trabalhos Publicados

Da prescrição de da decadência no Direito Civil, Revista da Faculdade de Direito da UFMG, Belo Horizonte, out/1964.

Estrutura Jurídico Penal do Crime, Justitia (órgão do Ministério Público de São Paulo), nº 65, 1969.

Alguns aspectos do crime continuado, Justitia (órgão do Ministério Público de São Paulo), São Paulo, nº 65, 1969.

A ação no modelo tipo, Revista dos Tribunais nº 467-288.

O Supremo Tribunal Federal e o princípio da prescrição pela pena em concreto, Forense, Rio de Janeiro, v., 249, nº 249, Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 64, nº 472, p. 284-289, fev/1975.

Código de Processo Penal (organização, atualização e notas). 1. ed. 1976, 2. ed. 1977, 3. ed. 1982, 4. ed. 1983, 5. ed. 1984. Rio de Janeiro: Forense.

Legislação Penal Militar – Código Penal Militar, Código de Processo Penal Militar, Organização Judiciária Militar, Segurança Nacional (organização, atualização e notas), 2. ed. 1976, 3. ed. 1980. Rio de Janeiro: Forense.

Constituição da República Federativa do Brasil (organização, atualização e notas), 3. ed. 1976, 3. ed. 1977. Rio de Janeiro: Forense.

Regimento Interno e Súmula do Supremo Tribunal Federal (organização, atualização e notas), 3. ed. 1979, 4. ed. 1981, Rio de Janeiro: Forense.

O Supremo, o Superior Tribunal e a Reforma. Forense, Rio de Janeiro, v.98, nº 359, p. 147-164, jan./fev. 2002, CEJ, p. 7-19, Revista da Associação dos Juízes Federais do Brasil, v. 20, p. 87-114, jul-set/2001.

Direito e Tecnologias das informações, CEJ, v. 6, nº 19, p. 6-8 out-dez/2002.

Acesso à Justiça. Correio Braziliense, Brasília, 16/12/2002, Caderno Direito e Justiça, p. 3.

Dia mundial de combate à tortura. Correio Braziliense, Brasília, 26/8/2002, Caderno Direito e Justiça, p. 1-2.

O Superior Tribunal e a questão constitucional, Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, nº 71, p. 15-31, Revista Jurídica da Procuradoria-Geral do Distrito Federal, Edição Especial, Brasília, v.1, nº 37, p. 19-48, jan-dez/2003; Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 91, nº 797, p. 27-42, mar/2002; Forense, v. 98, nº 361, p. 109-123, maio-jun/2002.

Novo Código Civil, Correio Braziliense, Brasília, 10/2/2003, Caderno Direito e Justiça, p. 2.

Imprensa investigativa: sensacionalismo e criminalidade, CEJ, Brasília, v.7 nº 20, p. 6-8, jan-mar/2003.

Efetividade do Poder Judiciário, Consulex, v.7, nº 167, p. 30, dez/2003.

A Sociedade e a Justiça no combate ao crime, Correio Braziliense, Brasília, 26/9/2003, p.19.

As novas tendências do Direito Penal, Forense, Rio de Janeiro, nº 359, p. 415-417.

A Reforma do Judiciário, Revista CEJ, Brasília, v.7, nº 21, p. 76-78 abr-jun/2003.

Direito Autoral, Revista CEJ, Brasília, v. 7, nº 21, p. 5-7, abr-jun/2003.

Bioética e Justiça, Consulex, v.7, nº 145, p 28-29, jan. 2003; Correio Braziliense, Brasília, 4/11/2002, Caderno de Direito e Justiça, p. 1; Boletim Científico da Escola Superior do Ministério Público da União, v. 2, nº 8, p. 163-165, jul-set/2003.

Entraves jurídicos à realização da justiça, Revista Forense, Rio de Janeiro, v. 370, p. 463-469, 2003.

- Títulos, Condecorações, Medalhas

Ordem de Rio Branco, no grau de Comendador, 24/3/1982.

Medalha do Pacificador, 11/10/1982.

Ordem do Mérito Militar, no grau de Cavaleiro, 25/7/1983.

Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, no grau de Comendador, 11/8/1983.

Ordem de Rio Branco, no grau de Grande Oficial, 14/4/1989.

Grande Medalha da Inconfidência, 21/4/1989.

Medalha comemorativa da inauguração da sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, 19/11/1990.

Ordem do Mérito Legislativo Municipal de Belo Horizonte, MG, no grau de Grande Mérito, 20/12/1990.

Medalha do Mérito Judiciário, do Poder Judiciário do Estado do Maranhão, 4/11/1993.

Ordem do Mérito Brasília, no grau de Grande Oficial, 21/4/1994.

Ordem do Mérito Judiciário Militar, no grau de Alta Distinção, 1/4/1996.

Ordem do Mérito Militar, no grau de Comendador, 19/4/2000.

Medalha Alferes Joaquim José da Silva Xavier, 11/5/2000.

Ordem do Mérito Aeronáutico, no grau de Grande Oficial, 23/10/2000.

Ordem do Mérito Legislativo do Estado de Minas Gerais, no grau de Grande Mérito, 15/12/2000.

Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e Territórios, no grau de Grã-Cruz, 30/5/2001.

Medalha do Mérito da Justiça Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, 27/9/2001.

Medalha Justiça Século XXI, de Belo Horizonte, 14/12/2001.

Ordem do Mérito das Comunicações, no grau de Grã-Cruz, 7/5/2002.

Colar do Mérito Judiciário de Teresina, 29/5/2002.

Ordem do Mérito Naval, no grau de Grande Oficial, 11/6/2002.

Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, no grau de Grã-Cruz, 13/8/2002.

Medalha Mérito do Ministério Público Brasileiro, 15/8/2002.

Medalha Carvalho Santos, 28/9/2002.

Medalha do Mérito Desembargador Hermano Rodrigues do Couto 9/10/2002.

Ordem do Mérito Judiciário Militar, no grau de Grã-Cruz, 1/4/2003.

Ordem do Mérito Judiciário Militar, no grau de Grande Oficial, 15/4/2003.

Comenda Benjamin Colucci, de Juiz de Fora, 9/8/2003.

Colar do Mérito Institucional do Ministério Público do Estado de São Paulo, 25/8/2003.

Medalha comemorativa e diploma dos 62 anos da Justiça do Trabalho e dos 60 anos da Consolidação das Leis do Trabalho, 15/10/2003.

Colar do Mérito Judiciário do Rio de Janeiro, 8/12/2003.

Comenda do Mérito Judiciário de Vitória, no grau de Grã-Cruz, 22/12/2003.

Ordem do Mérito Judiciário do Estado do Amazonas, no grau de Grande Mérito, 13/2/2004.

Medalha “Professor San Tiago Dantas”, 14/11/2005.

Título de Honra ao Mérito ano 2006 oferecido pela Unidade Superior de Pesquisa – Liga de Pesquisa em Acupuntura da Escola Superior de Ensino do Instituto Brasil-China de Acupuntura – pela atuação meritória em prol da Medicina Tradicional Chinesa no Brasil, Belo Horizonte – MG, primavera de 2006.

Medalha Comemorativa do Dia do Estado de Minas Gerais, Mariana – MG, 16/7/2007.

Medalha da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ, Rio de Janeiro – RJ, 6/12/2007.





NOTA DO EDITOR:
Abilon Naves
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sábado, 3 de abril de 2010

Vila Franca das Naves: Curiosidades

in blog Vila Franca das Naves - Portugal

A Páscoa é sempre no primeiro domingo depois da primeira lua cheia após o equinócio de Primavera (20 de Março). Esta datação baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual é uma festa móvel no calendário romano. No ano de 2008 a Páscoa aconteceu mais cedo do que qualquer um de nós pode ver na sua vida! A próxima vez que vai ser tão cedo como naquele ano (23 de Março) será no ano 2228. A última vez que tal ocorreu foi em 22 de Março de 1818.




Situada em ponto estratégico da Beira Alta, Vila Franca das Naves é uma freguesia portuguesa do concelho de Trancoso, com 10,75 km² de área e 1 097 habitantes (2001). Densidade: 102,0 hab/km², é uma terra hospitaleira, com indústria, comércio, serviços, restauração, escolas e actividades agrícolas. Elevada a Vila em 9 de Dezembro de 2004, com cerca de 1400 habitantes, é um ponto de visita obrigatório na região.

O topónimo era antigamente Vila Franca ou Vila Franca do Conde, por ter sido coutada do Conde de São Vicente.