sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O Blog Família Naves deseja a todos um ...



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Capitão Naves assume comando da 2ª Companhia de Infantaria



Em cerimônia realizada na manhã de sexta-feira (16/12/2011), tomou posse como comandante da 2ª Companhia de Infantaria do Exército em Três Lagoas, o capitão Guilherme Naves Pinheiro, em substituição ao major Sérgio Alexandre de Oliveira, que esteve à frente da unidade nos últimos dois anos. 
O evento contou com a presença de autoridades civis e militares e teve ainda o comandante militar do Oeste, general João Francisco Ferreira, participando da cerimônia de troca de comando da 2ª Companhia. 
O capitão Naves estava atuando no 11º Batalhão de Infantaria de Montanha, em São João Del Rei (MG). É a primeira unidade independente que ele comanda e sua expectativa é “corresponder as expectativas e garantir a segurança nacional de acordo com as determinações do Comando Militar do Oeste”. 
Prestigiaram a solenidade o juiz federal da 1ª Vara da Justiça Federal de Três Lagoas, Fernão Pompeo de Camargo, e os chefes e comandantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar Rodoviária (PMR), Polícia Militar Ambiental (PMA), Polícia Federal e o delegado regional da Polícia Civil, Vitor José Fernandes Lopes.
Também estavam presentes, representantes da Fibria Celulose, International Paper, Eldorado Brasil, SEST/SENATe empresários dos mais variados setores da cadeia produtiva e econômica de Três Lagoas.
Em sua despedida, antes da passagem de comando, o major Alexandre de Oliveira ressaltou a importância das parcerias do Exército Brasileiro com a Prefeitura de Três Lagoas, principalmente, em ações voltadas à saúde, educação e assistência social.
Essas parcerias se tornaram valiosas e profícuas, “graças à simpática, sorridente e sempre cativante liderança da prefeita Márcia Moura”, ressaltou o ex-comandante.
A força de uma despedida sincera está nos justos agradecimentos e na alegria de sentir o dever cumprido”, manifestou o major Alexandre de Oliveira.
Por sua vez, a prefeita Márcia Moura lembrou que Três Lagoas, principalmente nos últimos anos, “sempre foi agraciada pelo Exército Brasileiro com excelentes comandantes, com visão participativa dos problemas da Cidade e dispostos a colaborar com a Administração Municipal”, disse a prefeita.
Tenho profunda admiração pelo Exército, não só porque meu pai foi comandante desta unidade, mas pelo valor das pessoas que por aqui passaram e aqui deixaram marcas pela amizade e pelas ações realizadas em prol da nossa população”, destacou a prefeita Márcia Moura.
Fontes:
Valdei José - Portal Três Lagoas/MS;
Levi de Oliveira - Portal Jornal do Povo de Três Lagoas/MS;
Fotos: Claudia Pereira
Assecom



Antepassados de
Guilherme Naves Pinheiro

Pais
Carlos Magno Pinheiro e Inês Lage Naves
Avós
Paulo de Oliveira Naves e Maria Luisa Lage Naves
Bisavós
Carlos Ribeiro Naves Filho "Carrinho" e Nadir de Oliveira Naves
Trisavós
Carlos Ribeiro Naves – Capitão (n.1849) e Amélia Cândida de Lara Naves
Tetravós
Silvestre José Naves (n.1828)  e Umbelina Naves (n.1830 - f.1892)
Pentavós
Miguel Joze Naves 3_ (n.1794 - f.1864) e Maria Joaquina do Carmo (n.1800 - f.1832)
Hexavós
João Naves Damasceno (f.1831) e Anna Vittoria de São Thomé (n. 1761* - f.1841)
Heptavós
João de Almeida Nave e Luzia Moreira de Afonseca
Nonavós
Florência da Silva Naves e Domingos Lopes da Silva
Decavós
João de Almeida Naves e Maria da Silva Leite
Udecavós
Balthazar de Almeida Naves e Maria Sebastiana Naves





NOTA DO EDITOR:
Abilon Naves
O Blog Família Naves - Projeto Árvore Genealógica agradece todas as informações que possam aperfeiçoar e ampliar nossos objetivos. Envie-nos um email com suas opiniões e informações.

blogfamilianaves@hotmail.com

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ildefonso Naves de Almeida

(f.1996)
Justas Homenagens


Ildefonso Naves de Almeida é trineto do coronel Venâncio José Naves cc. (1ª núpcias) Gertrudes Maria da Silva; e,  tetraneto do patriarca João Naves Damasceno cc. Ana Vittoria de São Thomé.


CIAC - Centro de Atendimento Integrado ao Cidadão, localizado na comarca de Corumbaíba/GO, recebe o nome de "CIAC - Ildefonso Naves de Almeida"




Foi inaugurado dia 25 de novembro de 2011 o novo Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão Ildefonso Naves de Almeida (Ciac), em Corumbaíba (GO). A homenagem é o reconhecimento das autoridades locais pelos serviços prestados por Ildefonso Naves ao município. Ele dirigiu, voluntariamente, o antigo Ginásio Simon Bolivar (atual Colégio Simon Bolivar), lutou pela melhoria da educação na região e criou o curso “normal” para a formação de professores.



A unidade, que vai funcionar no prédio do antigo fórum, concentra os serviços da Câmara Legislativa, Agência de Fiscalização e Arrecadação (Agenfa), Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), Banco do Povo, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).  O objetivo é melhorar a qualidade dos serviços prestados e agilizar o atendimento ao usuário. 




Durante a solenidade, que contou com a presença do deputado estadual Jardel Sebba (PSDB),presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, a secretária municipal de educação, Maria Goretti, contou a história do homenageado e, logo em seguida, o prefeito da cidade, Romário Vieira da Rocha, entregou uma placa de reconhecimento aos familiares. “O Ildefonso era uma pessoa visionada, um benfeitor. Com certeza ele ajudou muitas pessoas naquela época. Ainda assim é pouco pelo que esse homem representou e pelo que ele fez pela cidade”, afirmou Vieira da Rocha. 


O advogado Ailton Naves Rodrigues se emocionou ao receber a placa e ao lembrar tudo que seu pai fez pela comunidade. “Quando se lembrarem dele, lembrem de seus ideais, para que a memória de suas lutas por Corumbaíba possam ser eternas e garantir um futuro prospero”, disse Naves Rodrigues.



O advogado Victor Phillip Sousa Naves, neto de Ildefonso Naves, discursou em nome dos familiares para agradecer a consideração e reconhecimento dos moradores da cidade pelo seu falecido avô. Ele explicou que apesar de não ter convivido muito com ele conhece suas histórias e tenta colocar em prática seus ensinamentos. “É como o ditado popular: vão se os dedos e ficam os anéis. A memória, os ensinamentos, as idéias, os costumes são os bens mais importantes que um homem pode deixar. E essa homenagem hoje está perpetuando as idéias de um grande homem que foi o meu avô. Um homem que lutou por esta cidade, e que hoje tem reconhecido todo o seu esforço e dedicação”, afirma Sousa Naves.


Para referenciar a cidade e retribuir “o carinho e apreço especial” que sentem por ele, Jardel Sebba frisou que o Ciac Ildefonso Naves de Almeida deve dar mais conforto para o cidadão, pois agora “ele não terá que se deslocar para fazer os serviços que precisa”, explicou.
Fonte: Naves Advogados Associados

*foto: Prefeito de Corumbaíba, Romario;
 Presidente da AL, Deputado Jardel Sebba; e,
 o Diretor Hamza.



Arvore Genealógica - linha direta em 8 gerações,
de
Ildefonso Naves de Almeida











quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Senador ABILON DE SOUZA NAVES

- Atualizado aos 19 de Novembro de 2014 -
Senador da República do Brasil

Abilon de Souza Naves é trineto do patriarca João Naves Damasceno cc. Anna Vittoria de São Thomé.

NAVES - O Incorruptível


















Abilon de Souza Naves, então presidente do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores Federais, em audiência com o presidente do Brasil, Getúlio Vargas.

A Revista Panorama, nº 84, em sua edição de maio de 1959, publicou a 1ª de uma série de reportagens sobre Líderes do Paraná, sob o título "SOUZA NAVES - Um Homem sem tempo", a qual reproduzimos pequeno trecho inicial:


"Quando um politico chega a se popularizar no Rio de Janeiro, no circulo de seus amigos e correligionários, a ponto de dar o nome a um parato de restayrante, é sinal de que está com um destino já bem assegurado na vida pública. 
Hoje, quem no Rio chega ao "Palácio Cristal", um histórico restaurante perdido na promíscua Lapa e onde se reunem políticos e até ministros de Estado, não estranhará ouvindo algum freguês pédir ao garçom um "Souza Naves". Trata-se de um prato muito frugal, simplesmente filé com espinafre, tão simples e sóbrio quanto a pessoa que acabou por lhe emprestar o nome, ao fim de uma frequência assídua de vários anos àquele famoso restaurante. Na mesa do "Cristal" durante muito tempo Souza Naves deu rápidas audiências a correligionários, traçou planos de ação partidária, conversou com jornalistas, pagou comida a homens simples do interior que o procuraram em busca de emprêgo. 
Agora, eleito senador, teve que fixar residência no Rio*, para onde levou a família, de sorte que já não aparece com tanta frequência no "Cristal". Cabe agora a dona Antonieta, sua espôsa, preparar-lhe o prato predileto - o que não é frequente porque Souza Naves contínua a ser para a família o grande ausente, o eterno homem sem tempo, obrigado a desdobrar-se entre o Rio e o Paraná - hoje em Londrina, amanhã em Ponta Grossa, depois em Curitiba ou Maringá e, logo em seguida, novamente no Rio ou no Rio Grande do Sul - no desempenho de encargos de dirigente de um partido, ao qual tem dedicado a maior parte do tempo"
 * A cidade do Rio de Janeiro, no então Estado da Guanabara, era a capital do Distrito Federal.




"Embora ocupadíssimo, Souza Naves encontrou um tempinho para dar assistência às suas filhas que estão na idade de perguntar tudoi aos seus pais"


"A menina já fez as lições. Merece um carinhoso abraço do pai. Todo o tempo disponível o senador dedica à sua família."




Vez por outra, o jornalista Sebastião Nery tem falado dos políticos paranaenses em seu "Folclore Político", não só em livro, mas também na coluna Contraponto - possivelmente o espaço de maior índice de leitura da "Folha de S. Paulo", em sua influente terceira página. Na sexta-feira, Nery contou uma estória bastante simpática em relação a um dos maiores nomes que o PTB teve no Paraná: o senador Abilon de Souza Naves. Um caso que merece ser também conhecido dos leitores de “O Estado”:Souza Naves era diretor da Carteira Industrial do Banco do Brasil. Chegou a senador pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e morreu de colapso cardíaco, quando o homenageavam em Curitiba com um banquete, na campanha para o Governo do Paraná. Incorruptível, não tinha a estima de um grande número de correligionários (deixou para a família 130 mil cruzeiros antigos numa conta bancária e um apartamento que ainda estava pagando).

Quando ainda era diretor do Banco do Brasil, entra no gabinete um líder trabalhista do segundo escalão, seu amigo:

- Naves, estou numa bananosa. Só de prestações do meu apartamento devo quatro. Mas você pode me salvar.

- Como? Você sabe que eu não tenho dinheiro para lhe emprestar.

- Não é isso que eu quero. Um amigo tem uma proposta de empréstimo aqui no Banco. Está tudo em ordem, segundo ele me disse. Mas não estão soltando os cobres. Prometeu-me uma comissão se eu conseguisse que você liberasse o dinheiro dentro de um mês.
Souza Naves sorriu:
- Você é o primeiro sujeito que me procura para pleitear um favor e diz francamente que está levando o seu. Todos os outros,  administrativos, que vêm, juram que não ganham nada com a intervenção, que o fazem apenas para ajudar um amigo. Vou mandar buscar o processo. Se estiver em ordem, despacho.
Estava tudo correto e Souza Naves liberou o empréstimo numa semana.
(Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:Veiculo: “Estado do Paraná” / Caderno ou Suplemento: Almanaque - Coluna ou Seção: Tablóide / Página: 9 / Data: 20.12.1981)




Não consta nos registros que Abilon de Souza Naves tenha sido pedreiro. Contudo, ao longo de sua carreira, erigiu Templos as Virtudes e cavou Masmorras aos vicios.






52 anos sem Souza Naves 
Fonte - Gazeta do Povo 
No próximo 12 dezembro, compl etam-se 52 anos do dia em que nos deixou o senador trabalhista Abilon de Souza Naves, cujo desenlace mudou o destino político do Paraná e possivelmente do Brasil.





[Campo Mourão/PR, 1959 – Comício no atual Bosque de Copaíbas em apoio às candidaturas de Jânio Quadros e Souza Naves. No palanque: Abilon de Souza Naves (discursando), Aroldo Tissot (radialista, e transmitindo ao vivo o evento pela Rádio Colméia) e Jânio Quadros, candidato a presidente da República.]
O Paraná inteiro sabia que Abilon Souza Naves seria o governador do estado em 1960. Mas sentado em uma mesa na So­­ciedade Morgenau, no dia 12 de dezembro de 1959, há exatos 52 anos, o coração do senador não aguentou. O ataque fulminante mudou os rumos da política paranaense e nacional. Não há quem duvide que muita coisa poderia ter sido diferente. Afinal, quem não gostaria de ver na liderança de um estado um político influente que, acredite quem quiser, foi tão honesto a ponto de morrer pobre?

Souza Naves era amigo muito próximo de Jânio Quadros. Foi ele quem o apoiou, em 1958, para ser candidato a deputado federal pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) do Paraná. Uma sacada política inigualável, afinal Quadros ficaria dois anos sem candidatura. Depois de concluir o mandato no governo de São Paulo, seriam 24 meses no limbo que poderiam ser decisivos nas eleições à Presidência. Quadros, que viveu sua juventude em Curitiba e estudou no Internato Paranaense, foi eleito deputado com o apoio de Souza Naves. “Isso facilitou a chegada dele à Pre­­sidência, em 1960”, explica o ex-deputado federal Leo de Almeida Neves, membro da Academia Pa­­ranaense de Letras que foi amigo próximo do senador.
A relação política e de amizade entre Quadros e Souza Naves, diz Neves, mudaria o futuro do Brasil. Ele acredita que se o ex-senador estivesse vivo durante a Presidência de Quadros, seria a personalidade mais importante a aconselhar o então presidente a não renunciar. “O senador era uma das poucas pessoas no Brasil que Quadros ouvia. Ele poderia ter ficado no cargo porque certamente Souza Naves daria a ele o apoio que precisava. Então, teriamos evitado que João Goulart assumisse o posto e, como consequência, evitaríamos o golpe militar e a cassação de políticos que pertenciam ao partido do PTB”, afirma Neves.
Já na política do Paraná, conforme explica o jornalista Van­­derlei Rebelo, se Souza Naves tivesse sobrevivido, poderia ter dado um rumo diferente às candidaturas seguintes no estado. “Ney Braga, com a morte do senador, conseguiu ser eleito para governador (antes sabia que poderia ser derrotado facilmente). Usou do prestígio que obteve no governo para formar, pelo menos, outros três governadores futuros. Apoiou José Richa, Paulo Pimentel e Jaime Canet Júnior”, diz Rebelo, autor do livro que retrata a biografia de Ney Braga. Os três homens foram governadores do Paraná nos anos subsequentes e mantêm, até hoje, algum tipo de vínculo com a política.
Neves acredita que Abilon de Souza Naves, no governo do estado, conduziria as sucessões futuras para seus correligionários : “Eu seria um indicado. Acabei assumindo, com a morte do senador, o lugar dele na vice-presidência do PTB nacional. Os outros seriam Amaury de Oliveira e Silva, Antônio Anibeli (que chegou a ser governador interino com a renúncia de Bento Munhoz da Rocha) e Nelson Maculan”, diz.
A boa relação com os agricultores, principalmente cafeicultores, foi o que levou Souza Naves a ter um reconhecimento nacional. Seu trabalho de maior repercussão, segundo Neves, foi como diretor da Carteira de CréditoAgrícola e Industrial (Creai) do Banco do Brasil. “Ele financiou a juros baixos e prazos longos a recuperação das lavouras atingidas por duas geadas consecutivas, em 1953 e 1955, que tinham arrasado a cafeicultura paranaense. Disseminou empréstimos para a diversificação da cultura agrícola e concedeu financiamentos à construção de moinhos de trigo”, afirma Neves.
Ele era mineiro de Uberaba e chegou a Curitiba porque foi transferido de cidade quando ainda exercia um cargo no Ins­­tituto de Aposentaria e Pen­­sões dos Comer­­ciários (IAPC). Casou-se com uma paulistana, teve duas filhas e uma vida simples. Quem conheceu Souza Na­­ves afirma que ele abriu mão de possíveis cargos com luxos em defesa dos necessitados: lu­­tou com os trabalhadores para conseguir aumentar o salário mí­­­­nimo.
Amigo de Souza Naves, o jor­­­­nalista David Nasser escreveu sobre a tristeza dele às vésperas do Natal de 1959. Não pôde comprar uma boneca de olhos azuis que falava meia dúzia de palavras para a filha Beatriz. Na verdade, teria dinheiro para comprar uma, mas como tinha duas filhas achou que seria injusto com uma delas (leia mais na coluna Uma boneca para Beatriz, de David Nasser, emhttp://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/).
Doente do coração, Souza Naves já havia sofrido um infarto antes. Morreu aos 54 anos, deixando à família uma casa adquirida em um financiamento e, à população, um legado: político que é bom de verdade não enriquece às custas do povo.
 (Léo de Almeida Neves é membro da Academia Paranaense de Letras, ex-deputado federal e ex-diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil)



Resultado das eleições de 1958 para o Senado, no Estado do Paraná

Fonte: http://jaironicolau.iesp.uerj.br/4762/senado/votos/1958.htm

"O percentual de 66,8%, obtido por Abilon de Souza Naves na votação para o Senado, de 1958, em nenhum tempo da República, jamais foi igualado"





BLOG SYLVIO SEBASTIANI:A MORALIDADE NA POLITICA TEM QUE SER DE PAI PARA FILHO
Constantemente venho relatando uma passagem com o Senador Souza Naves, falecido em 12 de dezembro de 1959, que deixou bons exemplos aos políticos, que foram seus seguidores, a grande prova é Léo de Almeida Neves, entre outros.
"Um certo dia de 1958, viajando de avião à Guaira, com o então candidato à Senador e Presidente do PTB do Paraná, Abilon de Souza Naves, eu ainda jovem, perguntei a ele se eleito Governador, exterminaria aquela onda de corrupção na politica. Ele respondeu: Sylvio, foi iniciar um processo para que isso aconteça, mas a minha geração, a sua e dos seus filhos, já estão corrompidas, os filhos vendo os pais com muito dinheiro, com belos carros, iates, até aviões, sabendo da impossibilidade dessa riqueza pelos seus salários recebidos, vão ser iguais, acham isso certo, estarão de acordo com eles. Vou, iniciar um processo forte contra a improbidade administrativa, talvez ser houver continuidade, as próximas gerações estarão dentro de uma moral mais elevada". Muito agradeço ao Senador Souza Naves, por ter me deixado este conselho.
Fonte: BLOG SYLVIO SEBASTIANI (AQUI TEM TUDO O QUE SEI E VIVENCIEI, NADA QUE ME CONTARAM)

SEGUNDA-FEIRA, 7 DE NOVEMBRO DE 2011

HTTP://SYLVIOSEBASTIANI.BLOGSPOT.COM/2011/11/MORALIDADE-NA-POLITICA-TEM-QUE-SER-DE.HTML









12.07.1995 - Ofício da ilustríssima senhora Marilene Zicarelli Milaech, diretora da Biblioteca Pública do Estado do Paraná, dirigido ao Dr. Abilon Naves de Campos Silva, editor do Blog Família Naves.


  • Correspondência fraterna
Telegrama enviado em 28.06.1958, pelo Senador Abilon de Souza Naves ao amigo e companheiro Maurillo Simão da Silva, Diretor Geral da Câmara Municipal de Araçatuba/SP, por ocasião do nascimento de  Abilon Naves, editor deste Blog Família Naves.
Texto: "ACEITE MEUS SINCEROS PARABENS NASCIMENTO ABILON NAVES.
CORDIAIS SAUDS ABILON DE SOUZA NAVES"









Antepassados do 
Senador Abilon de Souza Naves
Clique na imagem p/ ampliar


Antepassados de:
Abilon de Souza Naves 
- Senador Souza Naves -


1a Geração

1.
Abilon de Souza Naves - Senador Souza Naves nasceu em Set. 1, 1905 em Uberaba - MG e morreu em Dez. 12, 1959 em Curitiba - PR.


Pai:
2.
José Naves da Cunha - o tio Zéquinha  nasceu em Jan. 15, 1871 em Sacramento - MG e morreu em Mai 16, 1942.


Mãe:
3.
Delminda De Souza Naves morreu em Nov. 4, 1944.



2a Geração (Pais)

2.
José Naves da Cunha - o tio Zéquinha nasceu em Jan. 15, 1871 em Sacramento - MG e morreu em Mai 16, 1942. Ele casou com Delminda De Souza Naves em Sacramento - MG.
Arquivos de Ormezinda Vieira Naves, filha de Antônio Naves Damasceno cc. Tertuliana Carolina de Jesus; sobrinha de José Naves da Cunha; e, tia-avó de Abilon Naves, editor do Blog Família Naves - Projeto Árvore Genealógica



Pai:
4.
João Naves Damasceno nasceu Calculada: 1838 e morreu em 1883 em Sacramento - MG.


Mãe:
5.
Maria Januaria da Abbadia - ou Maria da Abbadia da Conceição - ou Maria D'Abadia do Carmo - ou Maria Luiza da Conceição.- a Maria Abadia Naves nasceu em 1850 em Araxá - MG e morreu em data desconhecida.


3.
Delminda De Souza Naves morreu em Nov. 4, 1944.
 
Arquivos de Ormezinda Vieira Naves, filha de Antônio Naves Damasceno cc. Tertuliana Carolina de Jesus; sobrinha de José Naves da Cunha; e, tia-avó de Abilon Naves, editor do Blog Família Naves - Projeto Árvore Genealógica 


Outros eventos na vida de Delminda de Souza Naves

Casamento
Out 1 1879
Sacramento - MG (ou Uberaba)



3a Geração (Avós)

4.


Pai:
6.
José Francisco Naves_6 nasceu em 1800 em Lavras - MG e morreu em 1865 em Iraí de Minas - MG.


Mãe:
7.
Anna Roza de Jesus - a Ana Rosa Naves - 1ªs núpcias nasceu em 1809 em Bom Sucesso - MG e morreu em 1848.


5.


Pai:
8.
Capitão Antonio Pedro da Cunha morreu em Ago. 21, 1874 em Sacramento - MG.


Mãe:
9.
Maria Felizarda de Almeida morreu em data desconhecida.



4a Geração (Bisavós)

6.
José Francisco Naves_6 nasceu em 1800 em Lavras - MG e morreu em 1865 em Iraí de Minas - MG. Ele casou com Anna Roza de Jesus - a Ana Rosa Naves - 1ªs núpcias na 1a vez em Mai 17, 1826 em Bom Sucesso - MG.


Pai:
10.
João Naves Damasceno  O Patriarca nasceu Calculada: 1760 em Lavras - MG e morreu em Mai 27, 1831 em Bom Sucesso - MG.


Mãe:
11.
Anna Vittoria de São Thomé  - a Anna Victória de São Thomé nasceu Cerca de 1761 em Nossa Senhora da Conceição dos Prados - MG e morreu em Mai 19, 1841 em Bom Sucesso - MG.


7.
Anna Roza de Jesus - a Ana Rosa Naves - 1ªs núpcias nasceu em 1809 em Bom Sucesso - MG e morreu em 1848.


Pai:
12.
Bernardo Machado Neto "Bernardino Machado Neto" nasceu Cerca de 1764 em Prados - MG e morreu em Bom Sucesso - MG.


Mãe:
13.
Maria Joaquina da Silva morreu em data desconhecida.


8.
Capitão Antonio Pedro da Cunha morreu em Ago. 21, 1874 em Sacramento - MG. Ele casou com Maria Felizarda de Almeida, filha de Manoel Afonso de Almeida - Fº e Joaquina Cândida de Jesus - a Joaquina Cândida Florinda do Sacramento, Antes de 1820 em Sacramento - MG.



Outros eventos na vida do capitão Antonio Pedro da Cunha

Profissão

Patente de capitão, 4ª Companhia do 7º Batalhão da Reserva do Comando Superior da Guarda Nacional do Araxá e São Francisco das Chagas, 11ª Comarca do Rio Araxá, Município da Cidade do Araxá.
 
Profissão

Criador de Gado

9.
Maria Felizarda de Almeida morreu em data desconhecida.


Pai:
14.
Manoel Afonso de Almeida - Fº nasceu em 1766 e morreu em data desconhecida.


Mãe:
15.
Joaquina Cândida de Jesus - a Joaquina Cândida Florinda do Sacramento nasceu em 1777 e morreu em data desconhecida.



5a Geração (Trisavós)

10.
João Naves Damasceno -  O Patriarca nasceu Calculada: 1760 em Lavras - MG e morreu em Mai 27, 1831 em Bom Sucesso - MG. Ele casou com Anna Vittoria de São Thomé  - a Anna Victória de São Thomé em Fev. 24, 1786 em Lavras - MG.



Outros eventos na vida de João Naves Damasceno - O Patriarca

Enterro

foi encomendado e jaz na Capella do Macaia desta Freguesia.



Pai:
16.
João de Almeida Naves nasceu em Santana de Parnaíba - SP e morreu em data desconhecida.


Mãe:
17.
Luzia Moreira de Afonseca nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida.


11.
Anna Vittoria de São Thomé  - a Anna Victória de São Thomé nasceu Cerca de 1761 em Nossa Senhora da Conceição dos Prados - MG e morreu em Mai 19, 1841 em Bom Sucesso - MG.


Pai:
18.
Antônio José Teixeira morreu em data desconhecida.


Mãe:
19.
Maria Rita do Nascimento morreu em data desconhecida.


12.
Bernardo Machado Neto "Bernardino Machado Neto" nasceu Cerca de 1764 em Prados - MG e morreu em Bom Sucesso - MG. Ele casou com Maria Joaquina da Silva na 1a vez em Out. 25, 1784 em São João del Rei - MG.


Pai:
20.
José Machado Neto nasceu Cerca de 1730 em MG e morreu em 1798 em MG.


Mãe:
21.
Rosa Margarida de São José nasceu em 1744 em MG e morreu em data desconhecida.


13.
Maria Joaquina da Silva morreu em data desconhecida.

14.
Manoel Afonso de Almeida - Fº nasceu em 1766 e morreu em data desconhecida. Ele casou com Joaquina Cândida de Jesus - a Joaquina Cândida Florinda do Sacramento em Ago. 31, 1795 em São João Del Rei - MG.


Pai:
22.
Manoel Afonso de Almeida.


Mãe:
23.
Francisca Clara da Silva morreu em Jul. 20, 1797.


15.
Joaquina Cândida de Jesus - a Joaquina Cândida Florinda do Sacramento nasceu em 1777 e morreu em data desconhecida.


Pai:
24.
Gregório José da Silva, Tenente.


Mãe:
25.
Teresa Tomasia de Jesus.



6a Geração (Tetra-avós)

16.
João de Almeida Naves nasceu em Santana de Parnaíba - SP e morreu em data desconhecida. Ele casou com Luzia Moreira de Afonseca.


Pai:
26.
Domingos Lopes da Silva nasceu em Macuco - RJ e morreu em data desconhecida.


Mãe:
27.
Florência da Silva Naves nasceu em Santana de Parnaíba - SP e morreu em 1740.


17.
Luzia Moreira de Afonseca nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida.


Pai:
28.
Jose Vieira da Cunha nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida.


Mãe:
29.
Catarina Portes nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida.


18.
Antônio José Teixeira morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria Rita do Nascimento, filha de Agostinho Marques e Bonifácia Gomes de Oliveira, em Mai 22, 1761 em Prados - MG.


Pai:
30.
Francisco Teixeira Torres morreu em data desconhecida.


Mãe:
31.
Margarida Ferreira de Lima morreu em data desconhecida.


19.
Maria Rita do Nascimento morreu em data desconhecida.


Pai:
32.
Agostinho Marques morreu em data desconhecida.


Mãe:
33.
Bonifácia Gomes de Oliveira morreu em data desconhecida.


20.
José Machado Neto nasceu Cerca de 1730 em MG e morreu em 1798 em MG. Ele casou com Rosa Margarida de São José em 1760.

21.
Rosa Margarida de São José nasceu em 1744 em MG e morreu em data desconhecida.


Pai:
34.
José de Andrade Braga nasceu em Ilha de Santa Maria - Portugal e morreu em data desconhecida.


Mãe:
35.
Maria da Conceição nasceu em Ilha de Santa Maria - Portugal e morreu em data desconhecida.


22.
Manoel Afonso de Almeida. Ele casou com Francisca Clara da Silva.

23.
Francisca Clara da Silva morreu em Jul. 20, 1797.

24.
Gregório José da Silva, Tenente. Ele casou com Teresa Tomasia de Jesus.

25.
Teresa Tomasia de Jesus.


7a Geração (Penta(2)-avós)

26.
Domingos Lopes da Silva nasceu em Macuco - RJ e morreu em data desconhecida. Ele casou com Florência da Silva Naves na 1a vez em 1714 em Santana de Parnaíba - SP.


Pai:
36.
Francisco Lopes da Silva morreu em data desconhecida.


Mãe:
37.
Maria Pereira morreu em data desconhecida.


27.
Florência da Silva Naves nasceu em Santana de Parnaíba - SP e morreu em 1740.


Pai:
38.
João de Almeida Naves nasceu Antes de Mar. 22, 1627 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda, Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Mar. 11, 1715 em Santana de Parnaíba - SP.


Mãe:
39.
Maria da Silva Leite morreu em data desconhecida.


28.
Jose Vieira da Cunha nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida. Ele casou com Catarina Portes.

29.
Catarina Portes nasceu em Taubaté - SP e morreu em data desconhecida.

30.
Francisco Teixeira Torres morreu em data desconhecida. Ele casou com Margarida Ferreira de Lima.

31.
Margarida Ferreira de Lima morreu em data desconhecida.

32.
Agostinho Marques morreu em data desconhecida. Ele casou com Bonifácia Gomes de Oliveira.

33.
Bonifácia Gomes de Oliveira morreu em data desconhecida.

34.
José de Andrade Braga nasceu em Ilha de Santa Maria - Portugal e morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria da Conceição.


Pai:
40.
Miguel de Andrade Braga morreu em data desconhecida.


Mãe:
41.
Ângela de Magalhães morreu em data desconhecida.


35.
Maria da Conceição nasceu em Ilha de Santa Maria - Portugal e morreu em data desconhecida.


8a Geração (Hexa(3)-avós)

36.
Francisco Lopes da Silva morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria Pereira.

37.
Maria Pereira morreu em data desconhecida.

38.
João de Almeida Naves nasceu Antes de Mar. 22, 1627 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda, Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Mar. 11, 1715 em Santana de Parnaíba - SP. Ele casou com Maria da Silva Leite, filha de João Nunes da Silva e Ursula Pedroso.


Pai:
42.
Balthazar de Almeida Naves - o Baltasar da Nave nasceu Cerca de 1600 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda - Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Abr. 23, 1629.


Mãe:
43.
Maria Sebastiana Naves - 2ªs núpcias - a Maria Sebastião nasceu Cerca de 1600 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda - Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Fev. 13, 1673.


39.
Maria da Silva Leite morreu em data desconhecida.


Pai:
44.
João Nunes da Silva nasceu em 1589 e morreu em 1639 em São Paulo - SP.


Mãe:
45.
Ursula Pedroso nasceu em São Paulo - SP e morreu em data desconhecida.


40.
Miguel de Andrade Braga morreu em data desconhecida. Ele casou com Ângela de Magalhães.

41.
Ângela de Magalhães morreu em data desconhecida.


9a Geração (Hepta(4)-avós)

42.
Balthazar de Almeida Naves - o Baltasar da Nave nasceu Cerca de 1600 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda - Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Abr. 23, 1629. Ele casou com Maria Sebastiana Naves - 2ªs núpcias - a Maria Sebastião na 1a vez em Dez. 4, 1622 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda, Bispado de Viseu, Portugal.

43.
Maria Sebastiana Naves - 2ªs núpcias - a Maria Sebastião nasceu Cerca de 1600 em Algodres da Serra da Estrela- Atual Distrito da Guarda - Bispado de Viseu - Portugal e morreu em Fev. 13, 1673.


Pai:
46.
Sebastião Lopes.


Mãe:
47.
Micia Vaz morreu em Nov. 29, 1615.


44.
João Nunes da Silva nasceu em 1589 e morreu em 1639 em São Paulo - SP. Ele casou com Ursula Pedroso.

45.
Ursula Pedroso nasceu em São Paulo - SP e morreu em data desconhecida.


Pai:
48.
Paschoal Gonçalo Leite Furtado nasceu em 1576 em Ilha de Santa Maria - Açores - Portugal e morreu em Mai 4, 1614 em São Paulo - SP.


Mãe:
49.
Izabel Domingues de Prado nasceu em São Vicente - SP e morreu Cerca de 1668 em São Paulo - SP.



10a Geração (Octa (5)-avós)

46.
Sebastião Lopes. Ele casou com Micia Vaz.

47.
Micia Vaz morreu em Nov. 29, 1615.

48.
Paschoal Gonçalo Leite Furtado nasceu em 1576 em Ilha de Santa Maria - Açores - Portugal e morreu em Mai 4, 1614 em São Paulo - SP. Ele casou com Izabel Domingues de Prado.


Pai:
50.
Gonçalo Martins Leite morreu em data desconhecida.


Mãe:
51.
Maria da Silva morreu em data desconhecida.


49.
Izabel Domingues de Prado nasceu em São Vicente - SP e morreu Cerca de 1668 em São Paulo - SP.


Pai:
52.
João de Prado nasceu em 1553 em Olivença - Alentejo - Coimbra - Portugal e morreu Cerca de 1597.


Mãe:
53.
Fillipa Vicente nasceu em 1540 em Portugal e morreu em Jun. 26, 1627 em São Paulo - SP.



11a Geração (Ennea(6)-avós)

50.
Gonçalo Martins Leite morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria da Silva.


Pai:
54.
Jorge Furtado de Souza morreu em data desconhecida.


Mãe:
55.
Catarina Nunes Velho morreu em data desconhecida.


51.
Maria da Silva morreu em data desconhecida.

52.
João de Prado nasceu em 1553 em Olivença - Alentejo - Coimbra - Portugal e morreu Cerca de 1597. Ele casou com Fillipa Vicente em 1579 em São Vicente - SP.



Outros eventos na vida de João de Prado

Profissão

Nobre português , originário de Olivença – Alentejo – Portugal – (hoje pertence a Espanha) – chegado ao Brasil em 1531 com Martim Afonso de Souza em S. Vicente ;sócios do Engenho dos Erasmos, um dos primeiros estabelecimentos vicentista.


Pai:
56.
Jorge Furtado de Souza morreu em data desconhecida.


Mãe:
57.
Catarina Nunes Velho morreu em data desconhecida.


53.
Fillipa Vicente nasceu em 1540 em Portugal e morreu em Jun. 26, 1627 em São Paulo - SP.


Pai:
58.
Pedro Vicente nasceu em 1510 em Portugal e morreu em Fev. 13, 1585 em São Vicente - SP.


Mãe:
59.
Maria de Farias nasceu em 1520 em Portugal e morreu em 1590 em São Vicente - SP.



12a Geração (Deca(7)-avós)

54.
Jorge Furtado de Souza morreu em data desconhecida. Ele casou com Catarina Nunes Velho, filha de Fernão Vaz Pacheco e Isabel Nunes Velho.

55.
Catarina Nunes Velho morreu em data desconhecida.


Pai:
60.
Fernão Vaz Pacheco morreu em data desconhecida.


Mãe:
61.
Isabel Nunes Velho morreu em data desconhecida.


56.
Jorge Furtado de Souza morreu em data desconhecida. Ele casou com Catarina Nunes Velho, filha de Fernão Vaz Pacheco e Isabel Nunes Velho.

57.
Catarina Nunes Velho morreu em data desconhecida.


Pai:
62.
Fernão Vaz Pacheco morreu em data desconhecida.


Mãe:
63.
Isabel Nunes Velho morreu em data desconhecida.


58.
Pedro Vicente nasceu em 1510 em Portugal e morreu em Fev. 13, 1585 em São Vicente - SP. Ele casou com Maria de Farias.



Outros eventos na vida de Pedro Vicente

Profissão

sócios do Engenho dos Erasmos, um dos primeiros estabelecimentos vicentista.

59.
Maria de Farias nasceu em 1520 em Portugal e morreu em 1590 em São Vicente - SP.


Pai:
64.
Manuel Machado Pereira.


Mãe:
65.
Rosa Farias Santos.



13a Geração (Hendeca(8)-avós)

60.
Fernão Vaz Pacheco morreu em data desconhecida. Ele casou com Isabel Nunes Velho, filha de Nuno Velho Cabral e Isabel Afonso.

61.
Isabel Nunes Velho morreu em data desconhecida.


Pai:
66.
Nuno Velho Cabral morreu em data desconhecida.


Mãe:
67.
Isabel Afonso morreu em data desconhecida.


62.
Fernão Vaz Pacheco morreu em data desconhecida. Ele casou com Isabel Nunes Velho, filha de Nuno Velho Cabral e Isabel Afonso.

63.
Isabel Nunes Velho morreu em data desconhecida.


Pai:
68.
Nuno Velho Cabral morreu em data desconhecida.


Mãe:
69.
Isabel Afonso morreu em data desconhecida.


64.
Manuel Machado Pereira. Ele casou com Rosa Farias Santos.

65.
Rosa Farias Santos.


14a Geração (Dodeca(9)-avós)

66.
Nuno Velho Cabral morreu em data desconhecida. Ele casou com Isabel Afonso.


Pai:
70.
Diogo Gonçalves de Travassos morreu em data desconhecida.


Mãe:
71.
Violante Velho Cabral nasceu Cerca de 1390 em Portugal e morreu em data desconhecida.


67.
Isabel Afonso morreu em data desconhecida.

68.
Nuno Velho Cabral morreu em data desconhecida. Ele casou com Isabel Afonso.


Pai:
72.
Diogo Gonçalves de Travassos morreu em data desconhecida.


Mãe:
73.
Violante Velho Cabral nasceu Cerca de 1390 em Portugal e morreu em data desconhecida.


69.
Isabel Afonso morreu em data desconhecida.


15a Geração (Trisdeca(10)-avós)

70.
Diogo Gonçalves de Travassos morreu em data desconhecida. Ele casou com Violante Velho Cabral.

71.
Violante Velho Cabral nasceu Cerca de 1390 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Pai:
74.
Fernão Velho nasceu em 1350 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Mãe:
75.
Maria Álvares Cabral nasceu Cerca de 1360 em Portugal e morreu em data desconhecida.


72.
Diogo Gonçalves de Travassos morreu em data desconhecida. Ele casou com Violante Velho Cabral.

73.
Violante Velho Cabral nasceu Cerca de 1390 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Pai:
76.
Fernão Velho nasceu em 1350 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Mãe:
77.
Maria Álvares Cabral nasceu Cerca de 1360 em Portugal e morreu em data desconhecida.



16a Geração (Tetradeca(11)-avós)

74.
Fernão Velho nasceu em 1350 em Portugal e morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria Álvares Cabral.



Outros eventos na vida de Fernão Velho

Profissão

Senhor de Veleda


75.
Maria Álvares Cabral nasceu Cerca de 1360 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Pai:
78.
Álvaro Gil Cabral nasceu Cerca de 1335 e morreu em data desconhecida.


Mãe:
79.
Catarina Anes Loureiro morreu em data desconhecida.


76.
Fernão Velho nasceu em 1350 em Portugal e morreu em data desconhecida. Ele casou com Maria Álvares Cabral.



Outros eventos na vida de Fernão Velho

Profissão

Senhor de Veleda


77.
Maria Álvares Cabral nasceu Cerca de 1360 em Portugal e morreu em data desconhecida.


Pai:
80.
Álvaro Gil Cabral nasceu Cerca de 1335 e morreu em data desconhecida.


Mãe:
81.
Catarina Anes Loureiro morreu em data desconhecida.



17a Geração (Pentadeca(12)-avós)

78.
Álvaro Gil Cabral nasceu Cerca de 1335 e morreu em data desconhecida. Ele casou com Catarina Anes Loureiro.



Outros eventos na vida de Álvaro Gil Cabral

Profissão

1º Senhor de Veleda; alcaide da Guarda nos finais do séc. XIV


79.
Catarina Anes Loureiro morreu em data desconhecida.

80.
Álvaro Gil Cabral nasceu Cerca de 1335 e morreu em data desconhecida. Ele casou com Catarina Anes Loureiro.



Outros eventos na vida de Álvaro Gil Cabral

Profissão

1º Senhor de Veleda; alcaide da Guarda nos finais do séc. XIV



81.
Catarina Anes Loureiro morreu em data desconhecida.




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