- O vereador vai a Vila -
"Em 1655, essas fazendas já param longe. Em 30 de março desse ano, na Câmara, alguns vereadores justificam suas faltas às sessões, com a alegação de que moram longe, pois as fazendas estão mais de seis ou sete léguas por caminhos fragosos."
Ilustração: Belmonte, publicada com este capítulo do livro
Fonte:
Benedito Bastos Barreto (nascido na capital paulista em 15/5/1896 e ali falecido em 19/4/1947), in
"No tempo dos Bandeirantes"; quarta edição, "revista, aumentada e definitiva", publicada pela Editora Melhoramentos, São Paulo, sem data (cerca de 1948), com 232 páginas e ilustrações do próprio Belmonte (obra no acervo do professor e pesquisador de História Francisco Carballa, de Santos/SP - ortografia atualizada nesta transcrição).
(1854-1948)
Extraidos do inserido no portal www.militar.com.br, pelo Coronel Cláudio Bento
Porto Alegre - Rio Grande do Sul
O General José Antônio Mattos Netto é duas vezes pentaneto de João de Almeida Naves e de Maria da Silva Leite.
General Zeca Netto e seu cavalo durante a operação que culminou com a sua espetacular tomada de Pelotas em 29 de outubro de 1923, com a idade de 72 anos, vindo a falecer aos 94 anos em 1948.
Fontes:
História do Exército Brasileiro, v.3.p. 895 ss.
http://familiaresnaves.blogspot.com/2010/06/os-87-anos-da-tomada-de-pelotas-pelo.html
General Antônio de Souza Netto
1801 - 1866
General, Brigadeiro (general de brigada)
O General Antônio de Souza Netto é duas vezes tetraneto de João de Almeida Naves e de Maria da Silva Leite.
Antônio de Souza Netto foi um dos líderes da Guerra dos Farrapos (1835/1845) e proclamador da República Rio-Grandense, em 11 de setembro de 1836, e comandante da Vanguarda do Exército de Osório na invasão do Paraguai e de atuação destacada na vitória brasileira em Tuiuti, em 24 de maio de 1866, a maior batalha campal da América do Sul.
Caldeira, o cronista farrapo que viveu em Canguçu , onde escreveu sobre o que testemunhou como revolucionário farrapos e que muito conviveu com Netto, assim definiu seu perfil militar: "Netto, este oficial era um dos mais bem apessoados que havia na República Rio-Grandense. Era um dos fiéis amigos que Bento Gonçalves tinha nas nossas fileiras. Antes da revolução tinha o posto de capitão da Guarda Nacional. Era um dos valentes daquele tempo e dava muita importância ao homem valente. Conquanto não fosse muito estratégico, sabia fazer a guerra (tático). Era um bom general de Cavalaria." O General Netto era valente e corajoso, sempre à frente da vanguarda de sua Brigada Ligeira. Representava a síntese do gaúcho, admirado pelos subordinados, era considerado o "mimo" dos farroupilhas. Inicialmente, não demostrava ser republicano, mas devido ao descaso do Brasil durante a guerra e influenciado pelos fervorosos camaradas republicanos e separatistas, tornou-se defensor da autonomia e separação do Rio Grande, das liberdades civis e da abolição aos escravos que lutaram pela República e, posteriormente, o fim total da escravidão."A uns coube o destino de Atenas à outro o de Esparta..." (General Antônio de Souza Netto)
Fontes:
Associação Cultural General Antônio de Souza Netto - http://www.acgnetto.com.br/sobrenos.shtml
Academia de História Militar Terrestre do Brasil - http://www.ahimtb.org.br/gensouzanetto.htm
Sobre cavaleiro,
cavaleira e amazona
Diziam que o feminino de cavaleiro é amazona, uma vez que ficaram célebres como míticas guerreiras da antiguidade que montavam a cavalo. No entanto, com o passar do tempo ouço dizer "cavaleira" em vez de "amazona".
O feminino de cavaleiro é cavaleira. A palavra cavaleira, que já aparece, por exemplo, nas Lendas e Narrativas, de Alexandre Herculano (séc. XIX), é o termo normalmente utilizado para designar a mulher que monta a cavalo.
O termo amazona também era (e é) utilizado como feminino de cavaleiro, mas predominantemente para designar a senhora que montava a cavalo, de lado, com uma saia comprida. Durante a época medieval, não era considerado próprio uma senhora montar normalmente. Por isso, desenvolveu-se o monte à amazona, com as duas pernas da cavaleira do lado esquerdo do cavalo. Hoje em dia, o monte à amazona está novamente a ganhar popularidade, havendo centros hípicos que desenvolvem esta modalidade hípica.
Essa saia comprida usada pelas mulheres para montar a cavalo tem mesmo o nome de amazona.
As Amazonas, como diz, são figuras fabulosas, a que os Gregos atribuíam existência histórica, oriundas do Cáucaso e que viviam na Ásia Menor. Eram mulheres guerreiras, que montavam e lutavam a cavalo. Segundo a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, as antigas tradições africanas também falam das Amazonas que, sob a direcção da sua rainha Mirina, subjugaram os Atlantes, númides, etíopes e gorgões, fundando uma cidade nas margens do lago Tritão, onde foram exterminadas por Hércules.
Assim, atualmente utiliza-se o termo cavaleira para designar a mulher que monta a cavalo, que participa em provas de hipismo, mas o termo amazona continua a existir e pode ser utilizado em termos poéticos ou quando se pretende referir uma senhora que monta a cavalo «à amazona», ou seja, de lado.
O blog Família Naves apresenta alguns exemplos de cavaleiras, cavaleiros, peões, peoas e prendas.
Aidê Naves de Campos Silva
(n.13.04.1932 - São José do Rio Preto/SP)
Campos do Jordão - SP, 1952.
Sarah Marquesin Naves de Campos Silva
(n.28.04.2004 - Araçatuba/SP)
- Bisneta de Irinéia Naves de Campos (n.1913 - f.2004) cc/ João Cyrino de Campos.
- Trineta de Antônio Naves Damasceno (n.1865 - f.1935) cc/ Tertuliana Carolina de Jesus.
- Tetraneta de João Naves Damasceno (n.1838 - f.1883) cc/Maria da Abbadia Conceição - a Maria Abadia Naves.
Rebecca Marquesin Naves de Campos Silva
(n.28.04.2004 - Araçatuba/SP)
(n.28.04.2004 - Araçatuba/SP)
Daniella Marquesin Naves de Campos Silva
(n.09.10.2006 - Araçatuba/SP)
(n.09.10.2006 - Araçatuba/SP)
Ana Athayde Kalin
(SãoPaulo/SP)
(SãoPaulo/SP)
- Bisneta de Solíria de Abbadia Naves Athayde (n.1902) cc/ Francisco Floriano de Athayde.
- Trineta de Antônio Naves Damasceno (n.1865 - f.1935) cc/ Tertuliana Carolina de Jesus.
- Tetraneta de João Naves Damasceno (n.1838 - f.1883) cc/Maria da Abbadia Conceição - a Maria Abadia Naves.
Maria Cleide Naves E. Alves
(n.24.04.1973 - Barretos/SP)
- Neta de Coriolano Orlando Naves cc. Antônia Bueno Naves.
- Bisneta de Antônio Naves Damasceno (n.1865 - f.1935) cc/ Tertuliana Carolina de Jesus.
- Trineta de João Naves Damasceno (n.1838 - f.1883) cc/Maria da Abbadia Conceição - a Maria Abadia Naves.

Carlos Henrique Alves - o Juca cc/ Maria Cleide Naves E. Alves
José Walther Cândido Lopes
(n.16.10.1955 - São Paulo/SP)
Beatriz Kager de Assis
(n.03.11.2002 - São Paulo/SP)
- Neta de Alair Naves Pinto Kager cc/ Francisco Kager Filho - o Chico.
- Bisneta de Alzira Naves Vieira Pinto (n.1907 - f.1981) cc/ José Pinto Júnior.
- Trineta de Antônio Naves Damasceno (n.1865 - f.1935) cc/ Tertuliana Carolina de Jesus.
- Tetraneta de João Naves Damasceno (n.1838 - f.1883) cc/Maria da Abbadia Conceição - a Maria Abadia Naves.
Soraia Kager
Alair Naves Pinto Kager
(São Paulo/SP)
- filha de Alzira Naves Vieira Pinto (n.1907 - f.1981) cc/ José Pinto Júnior.
- neta de Antônio Naves Damasceno (n.1865 - f.1935) cc/ Tertuliana Carolina de Jesus.
- bisneta de João Naves Damasceno (n.1838 - f.1883) cc/Maria da Abbadia Conceição - a Maria Abadia Naves.
Nota do editor:
1. Agradecemos aos primos e primas participantes do projeto blog Família Naves;
2. A finalidade do presente Capítulo é criar afinidades entre os participantes, que tem pelos cavalos seu objetivo principal ou secundário;
3. O pedido para novas postagens de fotos será aceito mediante o envio com o nome do personagem da foto, acompanhado de filiação, naturalidade, data de nascimento e, se possível, nome dos avós e bisavós da família Naves.















EU JOSÉ WALTHER CANDIDO ESTOU MONTANDO ESSE BELO ANIMAL DE NOME CAPETO FOI EM 1985 NO SÍTIO MATA GATO EM BANDEIRANTES NO PARANÁ
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